Escolha as suas informações

Governo e polícia grã-ducal chegam a acordo sobre horas de trabalho
Luxemburgo 18.06.2019

Governo e polícia grã-ducal chegam a acordo sobre horas de trabalho

Governo e polícia grã-ducal chegam a acordo sobre horas de trabalho

Foto: Gerry Huberty
Luxemburgo 18.06.2019

Governo e polícia grã-ducal chegam a acordo sobre horas de trabalho

Susy TEIXEIRA MARTINS
Susy TEIXEIRA MARTINS
Governo e sindicatos da polícia deixaram de estar de costas voltadas.

Após vários meses de negociações, o governo luxemburguês e os sindicatos chegaram finalmente a acordo sobre o tempo de trabalho dos agentes da polícia. As duas entidades assinaram dois protocolos de entendimento esta segunda-feira, onde estiveram presentes o ministro da Segurança Interna, François Bausch, o Sindicato Nacional da Polícia Grã-Ducal e o Sindicato da Função Pública.

Em causa está o tempo de trabalho e de descanso dos agentes e o aumento das horas suplementares. Isto porque, segundo os sindicatos, a falta de efetivos resulta numa grande quantidade de horas suplementares. O ministro da Segurança Interna garantiu, no entanto, que vão ser recrutados mais agentes entre 2020 e 2023 para colmatar esta lacuna. 

Sobre as modalidades dos acordos sabe-se apenas que foi estipulado um teto máximo de horas de trabalho efetuadas por semana, acontecendo o mesmo com o tempo de trabalho diário e o tempo de pausa e de descanso. Por outro lado, foi decidido aumentar em 10% o valor das horas prestadas nas permanências e de duplicar o montante de indemnização por permanência prestada desde casa.

No início do mês de maio, o ministro François Bausch manifestou a intenção de alargar o recrutamento de candidatos aos estrangeiros mediante certas condições. O domínio da língua luxemburguesa era um dos principais critérios. Uma proposta à qual o Sindicato Nacional da Polícia Grã-Ducal se opôs categoricamente. Numa entrevista esta terça de manhã à rádio 100.7, François Bausch esclareceu que o recrutamento de polícias de nacionalidade estrangeira "não é uma prioridade", mas continua a não descartar essa hipótese. 


Notícias relacionadas