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Gare. Comerciantes do bairro querem Parque Fort Neipperg gratuito para clientes
Luxemburgo 2 06.11.2019

Gare. Comerciantes do bairro querem Parque Fort Neipperg gratuito para clientes

Gare. Comerciantes do bairro querem Parque Fort Neipperg gratuito para clientes

Foto: Anouk Antony
Luxemburgo 2 06.11.2019

Gare. Comerciantes do bairro querem Parque Fort Neipperg gratuito para clientes

Paula SANTOS FERREIRA
Paula SANTOS FERREIRA
20 mil horas grátis para os consumidores. Esta é a proposta da UCVL para atrair de novo a população àquelas ruas desertas por causa das obras.

As obras no bairro da gare central do Luxemburgo que se tornou um autêntico estaleiro afastaram os clientes deste tradicional pólo comercial. Muitas lojas estão mesmo vazias. 

A inauguração do novo parque de estacionamento Fort Neipperg poderá ser boa uma solução para conquistar de novo os consumidores para esta zona tão central, mas que se tornou tão mal amada.  

Por isso, a Union commerciale de la Ville de Luxembourg (UCVL) propôs já à burgomestre da cidade, Lydie Polfer, que nesta fase inicial, o novo parque disponibilizasse um pacote de horas de estacionamento gratuito para oferecer aos clientes das lojas do bairro da estação.

No total, a proposta é a de 20 mil horas gratuitas para quem estacionar lá a sua viatura e for fazer compras às lojas da zona da gare.

Para Anne Darin-Jaulin, diretora da UCVL a proposta tem uma dupla vantagem: "Facilitar a acessibilidade no bairro e promover este parque de estacionamento muito útil para clientes e turistas”.

Já no dia da inauguração, o novo parque dotado de 677 lugares, ofereceu o estacionamento durante toda a tarde.

Anouk Antony

Agora, a UCVL gostaria de continuar a oferecer este serviço gratuito aos habitantes da cidade para os trazer de volta ao bairro e às ruas de comércio que outrora eram animadas e com as lojas populares.

Atualmente, como revelou a reportagem do Contacto a situação tornou-se insustentável para muitos lojistas, uns tiveram mesmo de desistir do seu negócio, outros estão a passar já sérias dificuldades e a ter de dispensar os seus funcionários para sobreviver. Uma situação provocada pelas obras da Luxtram que começaram há um ano e ainda não terminaram

Por enquanto, Lydia Polfer ainda não respondeu à proposta da UCVL.