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Breves Luxemburgo 26.05.2019

Forte sismo de 8,3 registado no Peru

Um forte sismo de magnitude 8,3 na escala de Richter foi registado durante a madrugada de hoje no Peru, tendo sido sentido também na Colômbia, sem registo de vítimas ou danos, de acordo com o Serviço Geológico Colombiano.

Um boletim preliminar do organismo indica que o sismo ocorreu às 02:40 locais (08:40 em Lisboa) e teve como epicentro um ponto no centro do Peru, tendo sido sentido com intensidade em toda a Colômbia.

O Instituto Geofísico do Perú (IGP), através da plataforma 'Twitter', divulgou, de acordo com a agência de notícias Efe, que a essa hora foi registado um sismo de magnitude de 7,2 no Alto Amazonas peruano, a setenta quilómetros a sul do distrito de Lagunas e a uma profundidade de 141 quilómetros.

Lusa


Breves Sociedade 22.01.2020

Organização Mundial de Saúde alerta para o perigo dos cigarros eletrónicos

“Não há dúvida de que eles são perigosos para a saúde”, conclui a Organização Mundial de Saúde (OMS), uma agência especializada da ONU, num relatório sobre cigarros eletrónicos.

No documento a organização diz que “ainda é cedo para se ter uma resposta clara sobre o impacto a longo prazo da sua utilização ou da exposição” aos cigarros eletrónicos.

No relatório sobre os cigarros eletrónicos, lançado no início da semana na forma de perguntas e respostas, a OMS observa que não há provas suficientes de que esses cigarros ajudem os fumadores a deixar de fumar. Ao contrário, os que utilizam o vapor são mais suscetíveis aos cigarros tradicionais.

Os aparelhos de vaporização são “particularmente arriscados” junto dos adolescentes, acrescenta a OMS, que divulga agora alertas mais fortes do que os que tinha feito no ano passado.

“A nicotina é altamente aditiva e o cérebro dos jovens desenvolve-se até aos 25 anos”, adverte a OMS, insistindo nos “efeitos nocivos a longo prazo” ligados à exposição da substância mais encontrada nos cigarros eletrónicos.

O uso dos cigarros eletrónicos cria “riscos significativos para as mulheres grávidas, porque pode alterar o desenvolvimento do feto”, diz a OMS.