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Finanças: Costa considera que Bruxelas deu prova de confiança e que Portugal está em viragem

Finanças: Costa considera que Bruxelas deu prova de confiança e que Portugal está em viragem

Foto: AFP
Luxemburgo 22.05.2017

Finanças: Costa considera que Bruxelas deu prova de confiança e que Portugal está em viragem

O primeiro-ministro considerou hoje que a decisão de Bruxelas de retirar Portugal do Procedimento por Défice Excessivo (PDE) constitui uma prova de confiança e o reconhecimento de que o país está num ponto de viragem.

O primeiro-ministro considerou hoje que a decisão de Bruxelas de retirar Portugal do Procedimento por Défice Excessivo (PDE) constitui uma prova de confiança e o reconhecimento de que o país está num ponto de viragem.

Palavras de António Costa proferidas no pátio da Residência Oficial do Primeiro-Ministro, em São Bento, depois de a Comissão Europeia ter recomendado ao Conselho de Ministros das Finanças da União Europeia (Ecofin) o encerramento do Procedimento por Défice Excessivo (PDE) aplicado a Portugal desde 2009.

"O reconhecimento pela Comissão Europeia de que Portugal corrigiu de forma sustentável e duradoura os défices excessivos é uma prova de confiança no futuro da economia portuguesa e confirma que nos encontramos num ponto de viragem", declarou o primeiro-ministro.

Segundo António Costa, a decisão de Bruxelas "resulta da série consistente de bons indicadores que em conjunto se conseguiu alcançar: nas contas públicas, com o menor défice da nossa democracia; no mercado de trabalho, com a redução do desemprego; na recuperação económica, com a aceleração do crescimento, apoiado no aumento do investimento, das exportações e, sobretudo, da confiança".

Na sua declaração inicial, antes de responder a questões dos jornalistas, o líder do executivo referiu-se aos anos em que Portugal esteve sob resgate, dizendo que "esta tem de ser a última vez que o país passa por um processo tão traumático que destruiu empregos, empresas, rendimentos, poupanças e expectativas de vida de muitos portugueses".

"Não podemos voltar a perder o que hoje alcançámos. Devemos, por isso, prosseguir o caminho que estamos a construir, com uma política orçamental responsável que acompanha o triplo desígnio de termos mais crescimento, melhor emprego e maior igualdade. Só assim garantimos que estes resultados são sustentáveis no futuro", acrescentou o primeiro-ministro.

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