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Féduse reivindica uso de máscara obrigatório nas salas de aula dos liceus
Luxemburgo 26.10.2020 Do nosso arquivo online

Féduse reivindica uso de máscara obrigatório nas salas de aula dos liceus

Féduse reivindica uso de máscara obrigatório nas salas de aula dos liceus

Foto: Anouk Antony/Luxemburger Wort
Luxemburgo 26.10.2020 Do nosso arquivo online

Féduse reivindica uso de máscara obrigatório nas salas de aula dos liceus

Diana ALVES
Diana ALVES
A secção de ensino da Confederação-Geral da Função Pública (CGFP), a Féduse, quer que o uso de máscara passe a ser obrigatório na sala de aula das escolas secundárias.

Num comunicado divulgado esta segunda-feira, a Féduse adverte que a situação só vai piorar nas próximas semanas face à evolução recente e alarmante dos números. E critica a ausência de novas medidas no setor. Na semana em que o Parlamento deverá votar as novas alterações à lei covid, anunciadas na sexta-feira, o sindicato reivindica que o Ministério da Educação imponha o uso de máscara obrigatório nas salas de aula das escolas secundárias, e que a decisão deixe de caber às direções dos liceus. Mas isso não é tudo. 

O sindicato reconhece que, por si só, o uso de máscara não é suficiente para inverter os números e exige também alternativas ao modelo de aulas, com o objetivo de reduzir os contactos. A estrutura questiona, por isso, se não faria sentido que as turmas dos últimos anos do ensino secundário – sobretudo as maiores, em que há muitos alunos juntos – recorressem ao ensino à distância durante algum tempo ou a um sistema de aulas em alternância (divisão das turmas em dois grupos).  

Dias depois de o Governo anunciar novas restrições para conter a pandemia, o organismo lamenta ainda que não tenha sido anunciada qualquer medida que vise as escolas e pede ao ministro da Educação, Claude Meisch, que assuma as suas responsabilidades "antes que seja tarde de mais".


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Num comunicado divulgado no seu site oficial, a Féduse deplora que, apesar do "aumento arrasador das novas infeções", o ministro da Educação tenha decidido não avançar, para já, com novas medidas nas escolas. Para o sindicato, a ideia de que o plano de contingência do Ministério da Educação está a funcionar não passa de um "conto de fadas". 

A Féduse sublinha que em muitas escolas as aulas presenciais já nem são possíveis devido ao número de professores e alunos em quarentena, alertando para disciplinas como educação física ou trabalhos práticos que, devido à sua natureza, acabam por ser canceladas por ser impossível que decorram à distância.

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