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"Faço um apelo aos portugueses": recorram aos subsídios de energia
Luxemburgo 14.09.2022
Entrevista/Ministro da Energia

"Faço um apelo aos portugueses": recorram aos subsídios de energia

Entrevista/Ministro da Energia

"Faço um apelo aos portugueses": recorram aos subsídios de energia

Foto: Gerry Huberty
Luxemburgo 14.09.2022
Entrevista/Ministro da Energia

"Faço um apelo aos portugueses": recorram aos subsídios de energia

Madalena QUEIRÓS
Madalena QUEIRÓS
O ministro do Ambiente e Energia, Claude Turmes, apela aos portugueses que recorram aos apoios disponíveis como o subsídio de vida cara e o 'cheque energia'.

"Estamos um pouco desesperados porque aumentámos as ajudas e muitas pessoas, por várias razões, como a falta de informação" não estão a recorrer aos apoios, afirma Claude Turmes, ministro da Energia numa entrevista ao Contacto que será publicada na íntegra na próxima quarta-feira. "Faço um apelo: se forem elegíveis" concorram, sublinha o governante.

"Há muitas famílias portuguesas que são elegíveis e que não compreendam que podem ter acesso a 400 euros ou 150 euros através do subsídio de vida cara. Neste momento o processo administrativo é mais simples. Basta ir a MyGuichet.lu e preencher um formulário. E em breve todos os textos estarão em português", revela ainda.


Bettel. "Temos de ajudar os cidadãos e as empresas agora"
"É impensável que as pessoas se perguntem se podem dar ao luxo de aquecer as suas casas", disse o primeiro-ministro ao apresentar as conclusões das reuniões bilaterais desta quarta-feira.

"Estamos conscientes que para certas famílias que têm menos rendimentos é mais difícil. E é para essas famílias que criámos o 'cheque energia' de 150 euros e aumentámos o subsídio de vida cara e o número de pessoas que o podem requerer", acrescenta o governante. Mas "infelizmente, só um terço das pessoas tem direito a essas ajudas", sublinha.

Mas, os apoios não vão ficar por aqui. "No quadro da tripartida vamos discutir com os sindicatos e os patrões medidas suplementares para ajudar os agregados familiares que têm [de pagar] gás, eletricidade e gasóleo", revela o ministro de Administração do Território. 

Sem querer revelar, para já, as medidas que serão apresentadas no domingo, o ministro afirma: "O que posso dizer é que no governo estamos conscientes da dificuldade da situação e estamos prontos a ajudar os agregados familiares, as indústrias e as empresas".

Devemos ser solidários e reduzir o consumo de energia este inverno, é bom para a minha carteira e bom para estar menos sujeito à chantagem de Putin.

Claude Turmes, ministro da Energia

O governante deixa uma mensagem aos portugueses para este inverno: "Devemos ser solidários e reduzir o consumo de energia este inverno, o que é  bom para a minha carteira e uma forma de estar menos sujeito à chantagem de Putin". 

(Saiba como concorrer aos apoios aqui.)

 

 

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