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"Estou chocado". Jean Asselborn condena violência no funeral de jornalista palestiniana
Luxemburgo 15.05.2022
Palestina

"Estou chocado". Jean Asselborn condena violência no funeral de jornalista palestiniana

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"Estou chocado". Jean Asselborn condena violência no funeral de jornalista palestiniana

Foto: AFP
Luxemburgo 15.05.2022
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"Estou chocado". Jean Asselborn condena violência no funeral de jornalista palestiniana

Redação
Redação
O ministro dos Negócios Estrangeiros e Assuntos Europeus juntou-se à expressão de repúdio da UE face aos acontecimentos violentos e à carga policial no funeral da jornalista, que foi morta na semana passada enquanto cobria uma operação militar israelita na Cisjordânia.

O ministro dos Negócios Estrangeiros e Assuntos Europeus, Jean Asselborn, juntou-se à expressão de repúdio da UE face aos acontecimentos violentos e à carga policial no funeral da jornalista Shireen Abu Akleh.

A jornalista da estação de televisão Al Jazeera foi morta na semana passada, com um tiro na cabeça, enquanto cobria uma operação militar israelita na Cisjordânia. No seu cortejo fúnebre, que juntou milhares de pessoas esta sexta-feira, registaram-se distúrbios violentos com a polícia israelita a carregar sobre as pessoas que levavam caixão, numa ação que a União Europeia classificou de   "uso desproporcionado da força" e "comportamento desrespeitoso".


UE condena carga policial no funeral de jornalista palestiniana assassinada
Durante as cerimónias fúnebres, um grupo de pessoas pegou na urna da jornalista, morta enquanto cobria uma operação militar das tropas de Israel na Cisjordânia, e enfrentou agentes da polícia israelita, que golpearam os participantes no cortejo com cassetetes, quase fazendo cair o caixão.

Na página de Twitter do Ministério dos Negócios Estrangeiros e Assuntos Europeus, Jean Asselborn juntou-se às críticas.

"Estou chocado com as imagens de violência vindas do funeral da jornalista Shireen Abu Akleh e condeno o uso desproporcionado da força pela polícia contra a família e amigos enlutados", escreveu este sábado.

Na mesma rede social, o ministério manifestou, na sexta-feira, juntamente com outros países europeus - França, Bélgica, Dinamarca, Finlândia, Alemanha, Grécia, Irlanda, Itália, Malta, Países Baixos, Noruega, Espanha e Suécia-, a sua "profunda preocupação" com o plano de Israel de avançar com os colonatos na Cisjordânia "e construir 4000 unidades habitacionais". 

"Instamos as autoridades de Israel a inverterem a sua decisão, o que constitui um obstáculo adicional a uma solução de dois Estados", refere o posto do ministério.

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