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Escolas. Ministro admite atrasos na realização dos testes covid-19 aos alunos
Luxemburgo 05.11.2020 Do nosso arquivo online

Escolas. Ministro admite atrasos na realização dos testes covid-19 aos alunos

Escolas. Ministro admite atrasos na realização dos testes covid-19 aos alunos

Foto: Shutterstock
Luxemburgo 05.11.2020 Do nosso arquivo online

Escolas. Ministro admite atrasos na realização dos testes covid-19 aos alunos

Paula SANTOS FERREIRA
Paula SANTOS FERREIRA
O atraso no envio da ordem para o teste é uma das maiores preocupações, bem como o funcionamento das classes devido ao isolamento e quarentena de alunos e professores, admite Claude Meisch.

“No centro das preocupações está o atraso no envio do pedido para a realização do teste” ao aluno, professor ou funcionário escolar com sintomas e aos que com ele contactaram. “A manutenção do funcionamento das classes após o isolamento e quarentena”, são igualmente preocupantes.

O Ministério da Educação realça que a sua equipa está atualmente a trabalhar com a Inspeção de Saúde para ultrapassar as várias dificuldades: “que incluem o procedimento de envio de pedidos de teste e a adaptação de certas medidas do sistema de saúde”.


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A confirmação destas dificuldades nas escolas foi feita após diversas reuniões com “representantes dos vários intervenientes escolares” num “total de 15 horas” sobre a gestão da epidemia nas escolas e onde se avaliou as medidas de prevenção contra a covid-19 elaboradas pelo governo, baseadas nos três cenários de crise em ambiente escolar.


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Até ao momento, 637 alunos foram infetados (do fundamental e secundário) e 172 professores contraíram igualmente o vírus, segundo os últimos dados fornecidos pelo Ministério da Educação. Contudo, destes casos, apenas quatro alunos de quatro turmas diferentes foram contaminados dentro da escola, todos os restantes casos, a fonte de contágio foi exterior ao sistema escolar, impossível de determinar ou tudo apontava para que fosse fora do estabelecimento escolar. 


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Segundo o balanço da situação da epidemia entre os dias 26 de outubro e 1 de novembro, ontem divulgado pelo Ministério da Saúde a faixa etária dos 15 aos 29 anos continua a ser a faixa etária mais afetada pela epidemia, e nas crianças entre os 0-14 anos, a infeção é duas vezes menos elevada do que nos adultos.

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