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Empresas luxemburguesas são das que menos sentem corrupção na UE
Luxemburgo 10.12.2019 Do nosso arquivo online

Empresas luxemburguesas são das que menos sentem corrupção na UE

Empresas luxemburguesas são das que menos sentem corrupção na UE

Foto: Shutterstock
Luxemburgo 10.12.2019 Do nosso arquivo online

Empresas luxemburguesas são das que menos sentem corrupção na UE

Henrique DE BURGO
Henrique DE BURGO
Já Portugal é dos países com maior taxa de perceção de corrupção.

O Luxemburgo é o segundo país da União Europeia (UE) com menor taxa de perceção de corrupção. Por cá, apenas 26% das empresas consideram que a corrupção é um problema espalhado pelo país, segundo dados da Comissão Europeia, publicados no âmbito do Dia Internacional contra a Corrupção, que se assinalou esta segunda-feira.

Melhor do que o Luxemburgo só mesmo a Dinamarca, cujo nível de perceção de corrupção é de 16%, bastante inferior aos 63% da média da UE. No extremo oposto do ‘ranking’, estão países como Roménia (97%), Grécia (95 %) e Portugal (92 %).

Questionadas sobre se consideram que as pessoas e os negócios envolvidos em esquemas de corrupção sofrem sanções adequadas, 59% das empresas no Luxemburgo respondem pela afirmativa.

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As empresas nacionais que participaram no Eurobarómetro são da opinião que as práticas corruptas mais comuns no Grão-Ducado são o favorecimento de amigos e familiares nos negócios (47%, contra 45% na UE), o favorecimento de amigos e familiares em instituições públicas (34%, contra 42% na UE), seguida da oferta de presentes ou viagens em troca de serviços (24%, contra 27% na UE).

Fraude e fuga aos impostos (22%), comissões (21%), subornos (16%) e financiamento de partidos políticos a troco de contratos públicos ou influências (12%) são as outras formas de corrupção apontadas com menor frequência.

Por outro lado, cerca de um terço das empresas luxemburguesas classificam como "improvável" denuncias às autoridades (37%) por práticas de corrupção.

Já 32% dos empresários inquiridos acreditam ser “provável” que suspeitos de corrupção sejam acusados e condenados.

O Eurobarómetro foi realizado entre 30 de setembro e 24 de outubro de 2019, com base em entrevistas a 7.722 empresas dos 28 Estados-membros.


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