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Em 2015: 15,7% dos trabalhadores no Luxemburgo sofrem de burnout
Luxemburgo 18.06.2016

Em 2015: 15,7% dos trabalhadores no Luxemburgo sofrem de burnout

Em 2015: 15,7% dos trabalhadores no Luxemburgo sofrem de burnout

Ilustração: Shutterstock
Luxemburgo 18.06.2016

Em 2015: 15,7% dos trabalhadores no Luxemburgo sofrem de burnout

A percentagem de trabalhadores no Luxemburgo que foram vítimas de esgotamento diminuiu ligeiramente nos últimos três anos, embora em algumas áreas se mantenha um risco acrescido.

A percentagem de trabalhadores no Luxemburgo que foram vítimas de esgotamento diminuiu ligeiramente nos últimos três anos, embora em algumas áreas se mantenha um risco acrescido. 

De acordo com um relatório sobre o índice da qualidade do trabalho realizado em 2015, 15,7% dos funcionários questionados ​​admitiram ter sido afectados por sinais de burnout, valor que compara com os 18% apurados em 2013. 

Em 2013, as diferenças entre homens e mulheres na taxa de burnout foram significativas, mas essa tendência diminuiu entre 2014 e 2015. Em 2013, a prevalência de burnout foi 16,2% entre os homens e 20,7% entre as mulheres.

Já em 2014, a prevalência aumentou para 15,0% entre os homens e 17,5% entre as mulheres, valores que desceram ligeiramente em 2015: 14,9% entre os homens e 16,9% entre as mulheres.

Os resultados do último inquérito mostram que os trabalhadores com idades entre os 35 e os 44 anos e dos 45 aos 56 anos eram mais propensos a sofrer de burnout, uma tendência mais recorrente nos casos de trabalhadores que ocupam a mesma posição na empresa durante cinco ou mais anos, e nos casos em que as empresas levaram a cabo despedimentos. 

Os trabalhadores franceses são os mais afectados (23%), seguidos pelos belgas (18%). Os funcionários luxemburgueses representam 13%. 

Ainda assim, entre os trabalhadores fronteiriços  mais afectados 20% são belgas e 19% são franceses. Os alemães são os menos susceptíveis: apenas um décimo dos trabalhadores fronteiriços foram afectados. 

Os autores do estudo reforçam que entre os factores que mais contribuem para esta ligação entre as condições de trabalho e o burnout estão as tarefas mal definidas, um elevado nível de envolvimento físico, conflitos mentais ou emocionais no trabalho ou problemas no seio da vida familiar.

O estudo pode ser consultado na íntegra no Portal de Estatísticas do Luxemburgo.

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