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Petição pública sobre reforma da formação de educadores vai a debate
Luxemburgo 15.06.2021
Educação

Petição pública sobre reforma da formação de educadores vai a debate

Educação

Petição pública sobre reforma da formação de educadores vai a debate

Foto: Chris Karaba / Luxemburger Wort
Luxemburgo 15.06.2021
Educação

Petição pública sobre reforma da formação de educadores vai a debate

Susy MARTINS
Susy MARTINS
A petição pública que contesta o projeto de reforma da formação dos educadores vai a debate no Parlamento, uma vez que ultrapassou as 4.500 assinaturas necessárias.

A ideia do ministro da Educação, Claude Meisch, é que os alunos que obtiverem o diploma dos estudos secundários na área das ciências sociais possam fazer a formação de educador em apenas um ano. A proposta tem como objetivo tornar a formação mais atrativa, lutando contra a falta de educadores atual.

Mas a petição lançada recentemente por um residente além de não concordar com a proposta do Ministério da Educação, pede que a reforma seja simplesmente abolida. O peticionário considera que a proposta do Ministério vai retirar qualidade à formação que é atualmente feita em três anos, em que a componente prática é essencial para os aspirantes a educadores. 

Recentemente os sindicatos SEW, APCCA e APESS já tinham mostrado  indignação com a proposta de Claude Meisch, defendendo que traria uma perda de qualidade na formação dos educadores. Os sindicatos defendem que, com apenas um ano de formação, os alunos não terão as competências teóricas e práticas necessárias para exercer o trabalho de educador.


Há falta de educadores no Luxemburgo. Governo tenta encontrar solução
Não é um facto que se deva à pandemia, já que o ministro da Educação, Claude Meisch, disse esta terça-feira, no Parlamento que já em 2019 se tinha chegado a essa conclusão alarmante.

A temática deverá ser brevemente abordada no Parlamento, visto que o ministro pretende implementar a reforma já no início do próximo ano letivo, em setembro. O documento da petição ainda pode ser assinado até 15 de julho.  

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