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Duas grávidas hospitalizadas no Grão-Ducado por suspeita de reação adversa à vacina
Luxemburgo 26.11.2021
Covid-19

Duas grávidas hospitalizadas no Grão-Ducado por suspeita de reação adversa à vacina

Covid-19

Duas grávidas hospitalizadas no Grão-Ducado por suspeita de reação adversa à vacina

Foto: AFP
Luxemburgo 26.11.2021
Covid-19

Duas grávidas hospitalizadas no Grão-Ducado por suspeita de reação adversa à vacina

Susy MARTINS
Susy MARTINS
A relação entre a toma e as complicações seguintes não estão, contudo, provadas, referem as autoridades de saúde no relatório relativo ao mês de outubro.

Duas mulheres grávidas residentes no Luxemburgo tiveram de ser hospitalizadas depois de terem sido vacinadas conta a covid-19. A informação é avançada no relatório mensal de farmacovigilância que dá conta dos efeitos secundários potencialmente provocados pelas vacinas contra a covid-19, entre 4 de outubro e 1 de novembro. A relação entre a toma e as complicações seguintes não estão, contudo, provadas. 

A primeira hospitalização diz respeito a uma gravidez de gémeos, em que um dos fetos morreu no útero da mãe, enquanto o outro bebé nasceu sem complicações. 

No segundo caso suspeito de hospitalização foram verificados malformações do feto, que levaram à interrupção da gravidez. O relatório de farmacovigilância reitera que os dados atuais não permitem concluir que estes acontecimentos estejam ligados à vacinação, já que podem surgir em qualquer gravidez.

Até à data, 2.041 grávidas receberam pelo menos uma dose da vacina contra a covid-19 no Luxemburgo, sendo que as investigações sobre as repercussões da vacina nas grávidas ainda estão em decorrer. 

As gestantes residentes no Luxemburgo começaram a ser vacinadas em abril de 2021, após o aval do Conselho Superior das Doenças Infeciosas do Luxemburgo. O conselho recomenda a inoculação após o primeiro trimestre de gravidez, com recurso a uma vacina mRNA, ou seja, a Pfizer ou a Moderna (esta última agora limitada a pessoas com mais de 30 anos).  


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A Agência Europeia de Medicamentos (EMA) aprovou a 23 de julho o uso da vacina anticovid-19 da Moderna para crianças dos 12 aos 17 anos na União Europeia (UE), sendo este o segundo fármaco aprovado pelo regulador europeu para esta faixa etária, após a Pfizer, da BioNTech.