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Dia Mundial contra o Cancro: Cancro é a principal causa de morte no Luxemburgo
Luxemburgo 2 min. 04.02.2017 Do nosso arquivo online

Dia Mundial contra o Cancro: Cancro é a principal causa de morte no Luxemburgo

Dia Mundial contra o Cancro: Cancro é a principal causa de morte no Luxemburgo

Ilustração: Shutterstock
Luxemburgo 2 min. 04.02.2017 Do nosso arquivo online

Dia Mundial contra o Cancro: Cancro é a principal causa de morte no Luxemburgo

Este sábado, 4 fevereiro, assinala-se o Dia Mundial contra o Cancro. A doença causou a morte de mais de mil pessoas no Luxemburgo em 2014 e assume-se atualmente como a primeira causa de morte no país.

Este sábado, 4 fevereiro, assinala-se o Dia Mundial contra o Cancro. A doença causou a morte de mais de mil pessoas no Luxemburgo em 2014 e assume-se atualmente como a primeira causa de morte no país. 

Lydia Mutsch, ministro da Saúde, explica que esta data visa sensibilizar as populações "sobre como o cancro pode afetar cada um de nós de diferentes formas, e as precauções que podemos tomar para reduzir o impacto do cancro em indivíduos famílias, comunidades e pacientes. 

Mais de 8,2 milhões de mortes em todo o mundo e mais de mil no Luxemburgo 

A epidemia global do cancro é considerável e continuará a aumentar no futuro. 

Atualmente, 8,2 milhões de pessoas morrem no mundo a cada ano vítimas de cancro, incluindo 4 milhões prematuramente, nas faixas etárias dos 30 aos 69 anos. 

No Luxemburgo, o cancro assumiu-se em 2014 como a principal causa de morte em homens (33,9%) e a segunda principal causa entre as mulheres (27,1%), tendo sido responsável por 30,6% de todas as mortes, num total de 1.164 pessoas. 

De acordo com o relatório de estatísticas de óbitos em 2014 publicado pela Direção da Saúde em janeiro de 2016, os tumores mais comuns nos homens no Grão-Ducado são, por ordem de incidência, o cancro do de pulmão e brônquios, cólon, próstata e pâncreas. Nas mulheres os números apontam o cancro da mama, pulmão e brônquios, pâncreas e cólon.

Rastreio é a palavra-chave 

O rastreio permite a descoberta do cancro numa fase inicial , o que permite avançar para os tratamentos numa fase precoce. 

O Ministério da Saúde tem em marcha vários programas de rastreio, entre os quais os que são dirigidos ao colorretal, mama e útero.

Além da deteção precoce, também a prevenção desempenha um papel fundamental na luta contra o cancro. Na verdade, mais de 30% dos casos de cancro poderiam ser evitados, reduzindo os fatores de risco, designadamente o tabagismo, álcool, obesidade, dieta não saudáveis e inatividade física. 

Números melhoram com o Plano Nacional de Cancro

Desde 2014, que foi criado um "Plano Nacional de Cancro" no Grão-Ducado, programa esse que vai durar até 2018. 

A medida visa reduzir os fatores de risco a médio prazo e a incidência de cancro, melhorar a sobrevivência e a qualidade de vida dos doentes, reduzindo a mortalidade e as desigualdades no acesso aos cuidados. 

Pela primeira vez, em 2016, foi publicado um relatório retrospetivo dos dados disponíveis sobre o cancro que servirá como referência para analisar os progressos realizados nos dez eixos do Plano Nacional de Cancro 2014-2018. 

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