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Depois da teleconsulta, a eSanté quer promover internamentos em casa
Luxemburgo 2 min. 30.10.2020

Depois da teleconsulta, a eSanté quer promover internamentos em casa

Depois da teleconsulta, a eSanté quer promover internamentos em casa

AFP
Luxemburgo 2 min. 30.10.2020

Depois da teleconsulta, a eSanté quer promover internamentos em casa

Em funcionamento desde abril, o sistema que permite as consultas às distância continua a ser um recurso para evitar idas aos consultórios e hospitais, tidos como locais de risco para a propagação da covid-19. Cerca de 670 médicos aderiram e mais de oito mil pacientes foram observados. O próximo passo é promover internamentos em casa, para evitar o colapso dos hospitais.

A eSanté está a desenvolver uma plataforma para contornar um eventual colapso dos hospitais e profissionais de saúde do país que permita aos doentes um internamento domiciliário de forma a libertar camas hospitalares para casos considerados mais graves. 

A ideia é que, com um só clique, o paciente possa entrar em contato direto com a equipas médica que estejam a acompanhar o seu caso. Além disso, a ideia defendida pelo diretor-geral da agência, também pretende que o paciente goze de um descanso mais reconfortante na própria casa em vez de estar sujeito ao stress dos hospitais. 

Mais especificamente, quando o estado do paciente o permite, "pode ser tratado diretamente em casa, com enfermeiras a passar por aqui para fornecer os medicamentos, cuidados ou pensos necessários", explica Hervé Barge.

Sucesso da teleconsulta 

Se até ao verão um total de sete mil pacientes foi atendido por um médico à distância, o número subiu para mais de oito mil até ao final do mês de outubro. Os números foram revelados pelo responsável da eSanté. "A teleconsulta foi introduzida a 670 médicos e 8.760 pacientes diferentes beneficiaram deste serviço após o registo. Este é um encaixe perfeito com as expectativas", revelou, em entrevista ao Wort. 

De facto, a aceitação do sistema que evita deslocações a consultórios médicos e hospitais, a fim de reduzir o risco de transmissão do novo coronavírus, tem sido crescente. Apenas duas semanas depois de ter arrancado, o regime de consultas à distância já tinha atendido três mil pessoas. Agora, a eSanté está empenhada em melhorar o sistema, para fazer face à nova onda da pandemia. Além de agradar a médicos e utentes, o objetivo é responder aos problemas levantados pelos utilizadores. 

"Todos têm expectativas diferentes em torno deste novo serviço. Os médicos querem que o sistema seja integrado na agenda do seu computador para indicar horários de consulta; outros querem uma versão com uma "caixa virtual" onde podem descarregar documentos (em total confidencialidade) ou contactar directamente um referente para perguntas e respostas. Estamos a trabalhar nestas melhorias", resume Hervé Barge.

Além disso, a agência está a desenvolver um sistema de internamentos no domicílio. A ideia é que, com apenas um clique,  

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