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Cursos de apoio. Mais de 8 mil alunos recusam perder o ano escolar
Luxemburgo 10.08.2020 Do nosso arquivo online

Cursos de apoio. Mais de 8 mil alunos recusam perder o ano escolar

Cursos de apoio. Mais de 8 mil alunos recusam perder o ano escolar

Foto: Guy Jallay
Luxemburgo 10.08.2020 Do nosso arquivo online

Cursos de apoio. Mais de 8 mil alunos recusam perder o ano escolar

Com milhares de inscrições, as aulas criadas pelo Ministério da Educação para rever os conteúdos do ano passado ainda não têm critérios definidos. Não se sabe como é que as escolas pretendem acolher os estudantes, nem as medidas de segurança a aplicar no contexto da pandemia.

Inteiramente gratuitos, os cursos de apoio deverão decorrer entre 31 de agosto e 11 de setembro. A pouco mais de três semanas do arranque das explicações, criadas pelo governo para ajudar a recuperar a matéria perdida, há cerca de 8 mil alunos inscritos. Isto, de acordo com os números provisórios avançados pelo ministro da Educação, Claude Meish. 

Só nos ciclos 2.1 a 4.1, há mais de 4.700 alunos inscritos e perto de 250 no ciclo 4.2. Embora as contas ainda não estejam fechadas, o ministro admite que mais mil inscrições nas escolas secundárias, sem contar com as "matrículas em escolas internacionais".  

Indefinição 

Resta saber quem irá enfrentar as aulas e em que condições. Embora o ministro se tenha comprometido a divulgar as regras de acolhimento, antes do arranque do novo letivo, os chamados cursos de apoio estão mergulhados em incerteza. Os alunos ainda não sabem como, quando e em que circunstâncias vão regressar aos estabelecimentos de ensino. Nem o número de professores e voluntários está definido. 


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Por enquanto, o Ministério da Educação não dá sequer qualquer indicação sobre as condições de acolhimento das crianças. Como explica a edição francesa do Luxemburger Wort esta segunda-feira, não há explicações sobre o perigo de agrupar as crianças mais novas na mesma sala de aula, e a possibilidade de formação de novos grupos de infecção, como tinha sido reconhecido pela Ministra da Saúde, ainda em junho.

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