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CovidCheck no trabalho. Balanço da primeira semana sem incidentes
Luxemburgo 23.01.2022
Pandemia

CovidCheck no trabalho. Balanço da primeira semana sem incidentes

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CovidCheck no trabalho. Balanço da primeira semana sem incidentes

Foto: Gerry Huberty
Luxemburgo 23.01.2022
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CovidCheck no trabalho. Balanço da primeira semana sem incidentes

Redação
Redação
Para a OGBL e para a Federação dos Artesãos, a partir de 28 de fevereiro o regime 3G devia terminar nas empresas.

Tranquilidade foi a palavra de ordem naquela que foi a primeira semana da obrigatoriedade do CovidCheck no local de trabalho. Nem os sindicatos nem os representantes dos empregadores relataram grandes problemas nestes primeiros dias.

O secretário-geral do LCGB, Christophe Knebeler, afirmou que os problemas relatados foram muito específicos. "Por exemplo, as pessoas que agora estão a realizar testes com (a ajuda) do exército. Porque não têm [leitor de] código QR. De repente, houve uma discussão, mas [os certificados] são válidos ou não?" relatou.

"Certificados sem código QR também são aceites. Mesmo assim, as pessoas f0ram enviadas para casa durante o dia quando o CovidCheck estava verde pela manhã, mas deixava de estar ao meio-dia", noticia a RTL. 


Desde o último sábado, os trabalhadores que não tenham um certificado válido para o regime 3G do CovidCheck não podem aceder às instalações da sua empresa.
Pagar para trabalhar. O novo dilema dos não vacinados para entrar nas empresas
Desde o último sábado, os trabalhadores no Luxemburgo são obrigados a apresentar um de três certificados para aceder ao local de trabalho: vacinação completa, recuperação ou teste negativo. Quem não estiver vacinado pode gastar pelo menos 400 euros por mês.

Segundo a presidente da OGBL, Nora Back, a oferta de testes gratuitos para pessoas que já foram vacinadas uma vez também não é suficiente, uma vez que muitas pessoas vivem longe dos centros que fazem esta testagem gratuita.

E segundo o sindicato, o regime 3G obrigatório nas empresas devia terminar já a partir de 28 de fevereiro, dia em que expira a atual 'lei covid'. A Federação dos Artesãos concorda. "Caberia ao governo assumir a responsabilidade", disse o presidente da FDA, Ernest Pirsch, citado pela mesma fonte.

Nem os sindicatos nem os representantes dos empregadores notaram um grande número de pessoas que se recusaram trabalhar por causa do CovidCheck.

De acordo com o diretor da União das Empresas Luxemburguesas (UEL), Jean-Paul Olinger, algumas empresas acompanharam a testagem dos trabalhadores não vacinados mais de perto. "Há grandes empresas que têm os seus próprios enfermeiros no local, depois há outras empresas onde as pessoas vão juntas ao laboratório, seja à noite, depois do trabalho, ou de manhã", afirmou.


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