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Covid-19. Variante britânica é a que mais infeta no Luxemburgo
Luxemburgo 24.02.2021

Covid-19. Variante britânica é a que mais infeta no Luxemburgo

Covid-19. Variante britânica é a que mais infeta no Luxemburgo

Foto : Chris Karaba
Luxemburgo 24.02.2021

Covid-19. Variante britânica é a que mais infeta no Luxemburgo

Paula SANTOS FERREIRA
Paula SANTOS FERREIRA
Nas 132 amostras sequenciadas pelo LNS em 57,6 % dos casos a infeção foi provocada pela estirpe descoberta em Inglaterra. A variante sul-africana do vírus causou oito infeções.

Se contarmos apenas como base as 132 amostras de testes positivos que foram estudadas pelo Laboratório Nacional de Saúde a variante britânica já é  predominante no Grão-Ducado,

Entre estas 132 amostras sequenciadas, 76 delas revelaram que a infeção foi causada pela variante descoberta em Kent, Inglaterra, sendo assim responsável por 57,6 % do total dos novos casos, indica o relatório semanal da situação da covid-19 no Luxemburgo. Por sua vez, a variante sul-africana foi detetada em oito amostras, ou seja, causando 4,5% das infeções.

Estas duas variantes são muito mais contagiosas e transmissíveis do que o SARS-CoV-2 original, devido às mutações genéticas que sofreram. A estirpe inglesa pode contaminar entre 40% a 70% mais do que o vírus original.

Na última sequenciação de amostras pelo LNS não foi detetada qualquer infeção causada pela variante brasileira.


Estudo. Mutação do SARS-Cov-2 até oito vezes mais infeciosa
Uma mutação na proteína Spike do SARS-Cov-2, existente nas variantes britânica, sul-africana e brasileira, torna o novo coronavírus até oito vezes mais infeccioso em células humanas do que o que surgiu inicialmente na China, revela um estudo científico.

Desde que foi descoberta a 19 de dezembro no país e até 30 de janeiro foram registados 114 casos de infeção pela variante de Kent (denominada por estirpe B.1.1.7), segundo indicou o departamento de Microbiologia do Laboratório Nacional de Saúde. 

Já a variante sul-africana SA (B.1.351) que foi pela primeira vez sequenciada a  11 de janeiro, foi detetada em 14 pessoas até ao dia 30 de janeiro.

O LNS realça que existe um atraso de sete a 10 dias na obtenção dos resultados das amostras sequenciadas devido ao processo de entrega das amostras pelos laboratórios ao departamento de microbiologia do Laboratório Nacional, o único de referência do Luxemburgo.

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