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Covid-19. Trump adia cimeira do G7 e quer convidar outros países
Luxemburgo 31.05.2020 Do nosso arquivo online

Covid-19. Trump adia cimeira do G7 e quer convidar outros países

Covid-19. Trump adia cimeira do G7 e quer convidar outros países

AFP
Luxemburgo 31.05.2020 Do nosso arquivo online

Covid-19. Trump adia cimeira do G7 e quer convidar outros países

Lusa
Lusa
Trump disse que gostaria de convidar a Rússia, a Coreia do Sul, a Austrália e a Índia a juntarem-se a uma cimeira alargada no outono.

 O Presidente norte-americano anunciou que vai adiar a cimeira do G7, previsto em junho, nos Estados Unidos, para o outono devido à pandemia da covid-19, e convidar outros países a participar na reunião.

"Não sinto que o G7 represente corretamente o que se passa no mundo. É um grupo de países muito ultrapassado", declarou Donald Trump aos jornalistas, no sábado, a bordo do avião Air Force One.

Trump disse que gostaria de convidar a Rússia, a Coreia do Sul, a Austrália e a Índia a juntarem-se a uma cimeira alargada no outono.

A cimeira poderá decorrer em setembro, antes ou depois da Assembleia-geral das Nações Unidas, acrescentou.

Os dirigentes do G7, presidido este ano pelos Estados Unidos, tinham previsto reunir-se por videoconferência no final de junho, devido à epidemia da covid-19.

Na semana passada, Trump indicou que poderia organizar a cimeira "principalmente na Casa Branca, mas também, na residência presidencial em Camp David, na periferia de Washington.

Os membros do Grupo dos Sete (G7) países mais industrializados do mundo, Alemanha, Canadá, Estados Unidos, França, Itália, Japão e Reino Unido, reúnem-se anualmente para debater várias questões internacionais.


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A nível global, segundo um balanço da agência de notícias AFP, a pandemia de covid-19 já provocou mais de 366 mil mortos e infetou mais de seis milhões de pessoas em 196 países e territórios.

Para combater a pandemia, os governos mandaram para casa 4,5 mil milhões de pessoas (mais de metade da população do planeta), paralisando setores inteiros da economia mundial, num “grande confinamento” que vários países já começaram a aliviar face à diminuição dos novos contágios. 

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