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Covid-19. Tendência de descida de casos no Luxemburgo mantém-se na primeira semana de janeiro
Luxemburgo 3 min. 13.01.2021

Covid-19. Tendência de descida de casos no Luxemburgo mantém-se na primeira semana de janeiro

Covid-19. Tendência de descida de casos no Luxemburgo mantém-se na primeira semana de janeiro

Foto: AFP
Luxemburgo 3 min. 13.01.2021

Covid-19. Tendência de descida de casos no Luxemburgo mantém-se na primeira semana de janeiro

Ana TOMÁS
Ana TOMÁS
Decréscimo nos novos contágios foi acompanhado de menos internamentos, mas ainda não teve impacto na mortalidade que registou uma subida.

Na semana de 4 a 10 de janeiro, manteve-se a tendência de descida do número de novas infeções, indica o boletim semanal do Ministério da Saúde.

A quantidade de pessoas com testes positivos para o covid-19 passou de 1.135 para 1.036 (-9%), apesar do número de contactos próximos identificados ter aumentado significativamente, de 2.106 para 3.496 (+66%). No entanto, o número de testes realizados nessa semana, por comparação com a semana anterior permitem agora ao Governo firmar a informação sobre a descida dos números.

"Estes números confirmam a tendência decrescente do número de novas infeções, especialmente porque o número de testes PCR realizados durante a semana de 4-10 de Janeiro quase duplicou em comparação com a semana anterior, com 63.188 testes em comparação com 33.949", refere o boletim.

O número de pessoas curadas também aumentou de 43.261 para 44.833. 

Apesar da descida na quantidade de casos positivos esse impacto ainda não é visível nos óbitos. Segundo o documento, "o número de novas mortes relacionadas com a covid-19 aumentou de 22, na semana anterior, para 26", na semana de 4 a 10 de janeiro. A idade média das vítimas mortais foi de 81 anos. 


Luxemburgo. Mais quatro mortos por covid-19 e 190 novos casos
Desde o início da pandemia já morreram 542 pessoas com doença associada à covid-19 e 48.372 residentes foram infetados.

Também a idade média das pessoas diagnosticadas como positivas permaneceu estável, nos 38,4 anos. 

O boletim assinala ainda uma melhoria na situação dos hospitais, que continuou a registar um alívio no número de internamentos. Houve 76 hospitalizações de cuidados normais e 25 hospitalizações, por covid-19, na semana de 4 a 10 de janeiro, em comparação com as 103 e 32, respetivamente, da semana anterior. 

A taxa de reprodução efetiva (RT eff) aumentou ligeiramente de 0,92% para 1,06%, mas a taxa de positividade em todos os testes realizados (prescrições, testes em grande escala) revelou uma descida, sendo de 1,64% em comparação com os 3,34% na semana anterior (média da semana). Já a taxa de positividade para testes de prescrição, ou seja, para pessoas com sintomas, foi de 5,67% em comparação com 6,86% na semana anterior. 

Houve igualmente um recuo na taxa de incidência, que se situou nos 165 casos por 100.000 habitantes durante 7 dias, entre 4 e 10 de janeiro, por comparação com a semana de 28 de dezembro, em que foi de 181 casos por 100.000 habitantes durante igual período. 

 A taxa de incidência continua a diminuir ligeiramente em todos os grupos etários exceto nas crianças dos 0-14 anos de idade, o que segundo o boletim do Ministério da Saúde pode ser explicado pelo aumento do número de testes realizados antes do reinício das aulas, a 11 de janeiro, como parte de uma ação especial da campanha de testes em grande escala. O grupo etário dos 60-74 anos permanece separado, com uma taxa de incidência mais baixa de 92 por 100.000 pessoas. 

No que respeita aos contágios, o círculo familiar continua a ser o contexto mais frequente de transmissão de infeções covid-19 com 45,3%; 11% são atribuíveis ao regresso de férias ou a um contexto de férias. Por outro lado, a taxa de contaminações cuja fonte não é claramente atribuível subiu para 31,9%.    

 


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