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Covid-19. Sobe para 2.612 o número dos infetados e há 31 mortes a registar
Luxemburgo 03.04.2020

Covid-19. Sobe para 2.612 o número dos infetados e há 31 mortes a registar

Covid-19. Sobe para 2.612 o número dos infetados e há 31 mortes a registar

Foto:Gerry Huberty
Luxemburgo 03.04.2020

Covid-19. Sobe para 2.612 o número dos infetados e há 31 mortes a registar

Manuela PEREIRA
Manuela PEREIRA
O primeiro-ministro, Xavier Bettel, anunciou hoje a existência de mais uma vítima mortal, subindo para 31 o número de vítimas mortais.

 O Luxemburgo regista hoje 31 mortes associadas à covid-19 e 2.612 casos de infeção confirmados. Nas últimas 24 horas houve mais um óbito e 125 novos infetados. Os dados foram revelados esta tarde pelo primeiro-ministro, Xavier Bettel, que disse que ainda não há luz ao fundo do túnel, renovando o apelo à população para que fique em casa.

O Grão-Ducado continua a ser dos países que mais testes à covid-19 realizam. Já foram testadas 21.463 pessoas desde o primeiro caso confirmado no país, a 29 de fevereiro. Em 24 horas, houve 1.371 testes realizados. 

Note-se que na realidade morreram 32 pessoas por covid-19 no Luxemburgo, mas o paciente francês que foi transferido desde Mulhouse para ser internado num dos quatro hospitais nacionais não entra nas estatísticas do Grão-Ducado.

Por seu lado, a ministra da Saúde, Paulette Lenert, revelou que a média de idades das vítimas mortais é de 86 anos. A ministra sublinhou que há também neste momento 232 pessoas hospitalizadas, das quais 33 nos cuidados intensivos. A estes 33 doentes com covid-19 em unidades de cuidados intensivos acresce mais dez. “São dez pacientes que foram transferidos do Grande Este e de Thionville”, frisou Paulette Lenert. A boa notícia é que dos 2.612 infetados, “500 são considerados curados e 174 pessoas já tiveram alta hospitalar”, adiantou ainda a governante.  

"A taxa de letalidade é menor aqui 1,1% - tal como o Contacto já tinha anunciado -  provavelmente porque fazemos mais testes do que nos outros países", anunciou Paulette Lenert.

"Não quer dizer que o vírus seja menos letal no Luxemburgo", acrescentou.

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