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Covid-19. Se os filhos ficarem em casa, pais podem ter baixa por razões familiares
Luxemburgo 3 min. 25.09.2020

Covid-19. Se os filhos ficarem em casa, pais podem ter baixa por razões familiares

Covid-19. Se os filhos ficarem em casa, pais podem ter baixa por razões familiares

Foto:Chris Karaba
Luxemburgo 3 min. 25.09.2020

Covid-19. Se os filhos ficarem em casa, pais podem ter baixa por razões familiares

Madalena QUEIRÓS
Madalena QUEIRÓS
O Governo acabou com o regime de quarentena parcial que tinha provocado polémica.

A alteração para o permitir foi aprovada esta sexta-feira, 25 de setembro, numa reunião do Governo. No caso dos alunos terem que ir para casa, por terem sido detetados casos positivos na sua turma, os pais poderão solicitar baixa por razões familiares, para os poderem acompanhar.Uma medida anunciada hoje numa conferência de imprensa conjunta dos ministros da Educação, Claude Meisch e da Saúde, Paulette Lenert.

Os governantes explicaram os três cenários possíveis de resposta ao covid-19 nas escolas. Sublinham, no entanto, que o mais comum é o da existência de um caso isolado que não exige que as turmas sejam colocadas em quarentena. O que está previsto nestes casos é que os colegas de turma sejam testados após seis dias.

O segundo cenário prevê a situação em que existe mais que um caso. A partir de dois casos numa turma , é necessária uma quarentena "para bloquear a cadeia de contaminação". Paulette Lenert, ministra da Saúde, sublinha: "Assim que um segundo teste na mesma turma seja positivo, passamos do cenário 1 para o cenário 2" com quarentena. 

O terceiro cenário possível aponta para várias infecções relacionadas na mesma classe. Também aqui, a quarentena é necessária para toda a classe, e são tomadas medidas adicionais em consulta com as autoridades nacionais de Educação e Saúde. Medidas a serem definidas de acordo com as circunstâncias de cada cadeia de infecções. Para Claude Meisch, uma coisa é certa. Esta estratégia foi desenvolvida para "deixar um mínimo de oportunidades para o vírus entrar na escola e um máximo de oportunidades para dar uma educação" aos estudantes. "Se respeitarmos as medidas, podemos controlar o vírus", sublinha.

Acaba a quarentena parcial

Os ministros anunciaram ainda que deixa de haver a quarentena parcial prevista para os professores e que gerou alguma polémica. Um docente em quarentena poderia continuar a trabalhar quando apenas um aluno da sua turma estivesse infectado com o coronavírus. 

"Havia dúvidas sobre a implementação, a quarentena parcial não se revelou muito prática", explicou Claude Meisch, ministro da Educação . 

O ministro da Educação recomenda ainda que os pais reduzam as actividades sociais dos seus filhos em associações desportivas e culturais e não os coloquem numa "maison relais" ou outra instituição de acolhimento de crianças. 

Este primeiro cenário em que é detetado, apenas, um caso isolado numa sala de aula é o mais frequente. Nesta situação, os colegas de turma são testados após seis dias. Dois outros cenários são possíveis, disse Meisch. A partir de dois casos numa classe, é necessária uma quarentena "para bloquear a cadeia de contaminação". Paulette Lenert, a ministra da Saúde, reafirma: "Assim que um segundo teste na mesma classe seja positivo, passamos do cenário 1 para o cenário 2" com quarentena.  

Um terceiro cenário possível: várias infecções relacionadas na mesma classe. Também aqui, a quarentena é necessária para toda a classe, e são tomadas medidas adicionais definidas em conjunto com as autoridades nacionais de Educação e Saúde. Medidas a serem definidas de acordo com as circunstâncias de cada cadeia de infecções. Para Claude Meisch, uma coisa é certa. Esta estratégia foi desenvolvida para "deixar um mínimo de oportunidades para o vírus entrar na escola e um máximo de oportunidades para dar uma educação" aos estudantes. "Se respeitarmos as medidas, podemos controlar o vírus", diz ele. 





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