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Covid-19. Países vizinhos do Luxemburgo registam maior crescimento de infeções
Luxemburgo 3 2 min. 20.08.2020 Do nosso arquivo online

Covid-19. Países vizinhos do Luxemburgo registam maior crescimento de infeções

Covid-19. Países vizinhos do Luxemburgo registam maior crescimento de infeções

AFP
Luxemburgo 3 2 min. 20.08.2020 Do nosso arquivo online

Covid-19. Países vizinhos do Luxemburgo registam maior crescimento de infeções

Paula SANTOS FERREIRA
Paula SANTOS FERREIRA
Desde abril e maio que Alemanha e França não registavam um número tão elevado de casos diários de infeção. Por seu turno, a Bélgica é o país com maior número de mortes por covid-19 entre a população.

Os alarmes estão a soar na Europa com a epidemia a crescer  nalguns países, particularmente em França e na Alemanha. A par com a Espanha estes dois países vizinhos do Grão-Ducado são atualmente os que registam um crescimento mais acentuado de novas infeções em relação aos dias anteriores. O regresso das férias no estrangeiro é tido como uma das causas deste aumento repentino.

A Alemanha registou quinta-feira 1.707 novos casos de infeção e dez mortes associadas ao novo coronavírus, números só comparáveis aos registados no final do mês de abril, período considerado como o pico da epidemia covid-19. Desde essa altura nunca voltou a haver tantas novas infeções diárias no país, como agora.

A chanceler alemã Angela Merkel já alertou que “a duplicação de casos em toda a Alemanha que se tem vindo a registar nas últimas três semanas” é para ser levado muito a sério, pelo que está fora de questão aliviar as restrições impostas a curto prazo. 


O número de infetados continua a aumentar nestes últimos dias na Alemanha.
Covid-1. Alemanha com mais 1.707 casos, pior registo desde abril
A Alemanha identificou 1.707 infetados com o novo coronavírus nas últimas 24 horas, o pior registo diário desde abril, de acordo com dados oficiais divulgados hoje.

Desde o dia 8 de agosto que todos os viajantes que chegam ao país, nomeadamente os residentes alemães regressados de países ou zonas de risco, classificados pela Alemanha, têm de apresentar os resultados negativos do teste de despistagem realizado nas últimas 48 horas, caso contrário são obrigados a realizar um teste à chegada ou ficar em quarentena durante 14 dias.  De salientar que quarta-feira a Alemanha retirou finalmente o Luxemburgo da lista de países de risco.

França reforça medidas

Também a França registou quarta-feira o maior número de infeções diário dos últimos três meses e meio, um total de 3.776 novos casos.

 "Todos os indicadores continuam a subir e a transmissão do vírus está a intensificar-se", alertam as autoridades de saúde francesas.

Nos últimos sete dias, 16.747 pessoas testaram positivo para Covid-19 e perante este crescimento as autoridades estão a implementar novas e mais rigorosas medidas restritivas nas várias regiões do país.


França vai impor uso de máscara nas empresas
Medida foi anunciada, esta terça-feira, pelo governo francês, no final de uma reunião com os parceiros sociais.

Toulouse e Nice tornaram-se nas primeiras cidades francesas a impor o uso de máscara obrigatória ao ar livre em toda a metrópole.  

Paris e Marselha já adotaram esta medida, mas apenas para certas zonas da cidade. Na quarta-feira também Lyon e Saint-Étienne lhes seguiram o exemplo, nomeadamente no centro das cidades.

França tal como a Alemanha tentam neste momento combater uma segunda vaga da epidemia, que está a ressurgir na Europa, como declarou a Organização Mundial de Saúde (OMS).


Regresso às aulas na Bélgica marcado para 1 de setembro
Governo belga assegura que "todos os alunos poderão voltar à escola em segurança", no arranque do mês que vai ser marcado pelo regresso dos eventos desportivos e atividades culturais.

 Bélgica: Mortes aumentam

Na Bélgica, onde ao contrário de França e Alemanha os novos casos estão a diminuir, o grande problema é a taxa de mortalidade associada à covid-19. Neste vizinho do Luxemburgo o número de óbitos está a aumentar. De acordo com as estatísticas internacionais, Bélgica é o país do mundo com maior número de óbitos diários por 100 mil habitantes. A 16 de agosto registava 86,46 mortes por 100 mil habitantes.  

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