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Covid-19. O que significa o aumento de casos no país? Há várias hipóteses
Luxemburgo 28.06.2020

Covid-19. O que significa o aumento de casos no país? Há várias hipóteses

Covid-19. O que significa o aumento de casos no país? Há várias hipóteses

Foto: AFP
Luxemburgo 28.06.2020

Covid-19. O que significa o aumento de casos no país? Há várias hipóteses

Ministério da Saúde rejeita para já o cenário de uma segunda vaga, mas está a analisar as possibilidades, devendo realizar uma conferência de imprensa a meio da semana.

 Desde quinta-feira, 25 de junho, dia em que se registaram 11 novas infeções, que os novos casos diários têm vindo a subir e a duplicar: 22, na sexta-feira, e 44, este sábado.

O aumento do número de infeções tem-se repetido em vários países da Europa, com a identificação de surtos em empresas, comunidades ou resultantes de ajuntamentos informais.


Ministério da Saúde lança apelo. “Evitar festas apesar do bom tempo!”
Governo reforça que é preciso evitar este risco para limitar um novo aumento de infeções covid-19.

No caso do Luxemburgo a explicação para este crescimento ainda não é clara e há várias hipóteses admitidas pelo Ministério da Saúde, segundo noticia o L'Essentiel. 

Ao jornal, o ministério referiu estar "a observar estes números de muito perto", mas ressalvou que é preciso não tirar conclusões precipitadas. "É demasiado cedo para saber se é um "cluster" [surto] ou se são pessoas diferentes contaminadas em vários locais. O rastreio está em curso e saberemos mais na próxima semana".  


Imagem ilustrativa
Covid-19. Diretor da Saúde diz-se preocupado com aumento dos números no Luxemburgo
No sábado, o Ministério da Saúde informou que havia 44 novas infeções no Grão-Ducado.

De acordo com o L'Essentiel, a hipótese de um "super-contaminador" também não deve ser descartada, sabendo que algumas pessoas contaminam, sem saber, muito mais do que outras. "Um doente pode infectar 75 outras pessoas", exemplifica o Ministério da Saúde, que planeia realizar uma conferência de imprensa a meio da semana, altura em que já espera ter respostas.

Para já, parece estar descartada a hipótese de se tratar de uma segunda vaga.  Como sublinhou no final da semana, a ministra da Saúde, Paulette Lenert, ainda é muito cedo para falar de segunda onda de infeções.    

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