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Covid-19. Número de reinfeções está a aumentar no Luxemburgo
Luxemburgo 29.09.2022
Relatório semanal

Covid-19. Número de reinfeções está a aumentar no Luxemburgo

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Covid-19. Número de reinfeções está a aumentar no Luxemburgo

Foto: Shutterstock
Luxemburgo 29.09.2022
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Covid-19. Número de reinfeções está a aumentar no Luxemburgo

Ana Patrícia CARDOSO
Ana Patrícia CARDOSO
Número de infeções de covid-19 e internamentos aumentaram na semana passada. Estamos a entrar numa nova vaga da pandemia?

Seguindo a tendência da semana precedente, os dados relativos ao período entre 19 e 25 de setembro mostram uma aceleração da pandemia no Luxemburgo. Segundo o relatório semanal do Ministério da Saúde, nessa semana o número de pessoas infetadas aumentou de 999 para 1.300 casos positivos. 

Destas, 613 foram reinfeções, o que representa 32% do total de novos casos, uma subida em relação aos 29,7% (423) da semana anterior. 

A 25 de setembro, o número de infeções ativas também aumentou para 2.611, em comparação com as 2.076 do relatório semanal anterior. A idade média das pessoas infetadas é 40,5 anos. Não houve mortes a registar durante este período. 

Internamentos aumentam

Nos hospitais, houve 11 novos internamentos em enfermaria, uma subida em comparação com os seis na semana anterior. Há um paciente internado nos cuidados intensivos por causa da covid-19. A idade média dos pacientes é de 54 anos. 


A realização de análises sem sair do carro tornou-se uma prática generalizada com a covid-19.
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Taxa de incidência aumenta 116% entre as crianças

Em comparação com a semana anterior, a taxa de incidência está a aumentar em todos os grupos etários. 

O maior aumento registou-se entre os 5 e 14 anos (+116%), seguido da faixa etária dos 95+ anos (+63%). 

As taxas de incidência mais elevadas estão entre os grupos 30-39 anos (398 casos por 100.000 habitantes), 5-9 anos (383 casos por 100.000 habitantes) e 95+ anos (382 casos por 100.000 habitantes).   

A taxa de incidência mais baixa situa-se entre os 80-84 anos de idade (148 casos por 100.000 habitantes). 

Em relação aos focos de infeção, o círculo familiar é a fonte mais frequente (26%), seguido de viagens ao estrangeiro (17%), educação (9%) e trabalho (8%). A percentagem de fontes indeterminadas está a diminuir (29%).

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