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Covid-19. Meio milhão de testes custaram 4,7 milhões de euros
Luxemburgo 2 min. 29.04.2020 Do nosso arquivo online

Covid-19. Meio milhão de testes custaram 4,7 milhões de euros

Covid-19. Meio milhão de testes custaram 4,7 milhões de euros

Luxemburgo 2 min. 29.04.2020 Do nosso arquivo online

Covid-19. Meio milhão de testes custaram 4,7 milhões de euros

Madalena QUEIRÓS
Madalena QUEIRÓS
Esta foi a verba gasta pelo Estado para adquirir os cerca de 500 mil testes.

A ministra da Saúde, Paulette Lenert, anunciou que foram gastos "cerca de 4,7 milhões de euros para comprar cerca de 500 mil testes Covid-19" em declarações, esta tarde, numa video-conferência.  A governante sublinhou que "as pessoas que têm sintomas e têm uma receita médica devem ir fazer o teste", acrescentou. 


Covid-19. Luxemburgo vai fazer 20 mil testes por dia
Ministra da Saúde anunciou que só agora o Grão-Ducado está preparado para testar a população em massa.

A restante população fará o teste a partir de 19 de maio.

Paulette Lenert sublinhou que "se alguém estiver infetado terá que ficar obrigatoriamente, em quarentena".

Em termos de procedimentos de acesso aos serviços de saúde, a governante anunciou que "vamos utilizar cada vez mais teleconsultas, que se têm revelado muito úteis". "As emergências dentárias permanecerão, tal como as nossas linhas de apoio aos lares de idosos", sublinhou. 

Nos hospitais, continuaram a existir "fluxos separados entre os doentes normais e os doentes da Covid-19". 

"Médicos, dentistas e veterinários, bem como todas as profissões do sector da saúde, regressarão ao trabalho", acrescentou.

 Mas "a situação não voltará ao que era antes, porque o vírus faz agora parte da nossa vida quotidiana".  "As medidas de higiene permanecem em vigor e a teleconsulta é o primeiro passo a ser dado". Quando um utente recorrer a um gabinete médico, "deve ser pontual, ir de preferência sozinho e não ficar na sala de espera durante muito tempo". "Após uma primeira análise ao Covid-19 no balcão da recepção, será necessário usar uma máscara. E será preferível pagar com um cartão de crédito", afirmou a ministra da Saúde. 

Em termos médicos, o diretor-geral de Saúde, Alain Schmit, recordou que o sistema de saúde foi totalmente modificado para, inicialmente, abrandar a evolução do Covid-19.  Neste momento "há cerca de 130 pacientes hospitalizados", revelou. 

Mas todos terão que se habituar que "é preciso viver com o vírus, porque ele vai durar semanas e meses".  Nos procedimentos para contactar um médico "deve em primeiro lugar recorrer ao telefone ou às teleconsultas para esclarecer o maior número possível de dúvidas".  A partir de Maio, "voltaremos ao antigo sistema a nível de permanência com médicos que trabalharão em rotação à noite e aos fins-de-semana", sublinhou  Alain Schmit . Já nos "lares de idosos, assegurámos a presença de médicos de família". 

O diretor-geral de Saúde afirmou que é preciso passar a mensagem: "existem medidas de segurança e é importante e necessário que um doente com sintomas não hesite" em recorrer ao sistema médico.

Questionada quanto aos atrasos nos pagamentos a alguns médicos "vão ser pagos", assegurou a ministra da Saúde. "Se houver atrasos administrativos, estou empenhado em assegurar que tudo seja tratado de forma rápida", acrescentou.

Quanto às consultas que foram marcadas "os médicos vão avaliar as que terão que ser realizadas com carácter prioritário", afirmou a ministra da Saúde. 

Obrigatório é que "enquanto não tivermos uma vacina ou um medicamento, teremos de respeitar as medidas de higiene". "Estas são medidas de segurança para uma vida normal. Enquanto o problema do coronavírus não for resolvido, não voltaremos à vida normal como antes", sublinhou a ministra da Saúde. 



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