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Covid-19. Luxemburgo não suspende pagamento de rendas
Luxemburgo 09.04.2020 Do nosso arquivo online

Covid-19. Luxemburgo não suspende pagamento de rendas

Covid-19. Luxemburgo não suspende pagamento de rendas

Foto: Pixabay
Luxemburgo 09.04.2020 Do nosso arquivo online

Covid-19. Luxemburgo não suspende pagamento de rendas

Susy MARTINS
Susy MARTINS
O ministro da Habitação encoraja as pessoas a pedirem o subsídio de arrendamento.

 Ao contrário de países como Portugal, o Grão-Ducado não vai autorizar o diferimento no pagamento das rendas em caso de perdas de rendimento durante e até após a crise pandémica.

O ministro da Habitação, Henri Kox, diz que não quer transferir o problema dos inquilinos para os proprietários. Kox dá como exemplo o caso de proprietários que precisam dessa entrada de dinheiro para pagar as prestações de um empréstimo aos bancos. Suspender o pagamento das rendas criaria, segundo o ministro, um “efeito dominó”. 

O governante quer que “o poder de compra seja o mais alto possível”.  Daí o governo ter aumentado o subsídio de arrendamento, que se situa atualmente entre 134 euros e 294 euros por mês. Nesta altura, somente 5.300 agregados familiares fizeram o pedido para beneficiar dessa ajuda. Segundo o ministro ainda há margem para mais pedidos, uma vez que a capacidade máxima foi estabelecida em 34.000 pedidos.

Estes esclarecimentos foram prestados em comissão parlamentar, a pedido do partido déi Lénk, que queria discutir o impacto da crise da covid-19 no já problemático mercado imobiliário do Luxemburgo.O partido defende é preciso melhorar a situação dos inquilinos em dificuldades, afirmando que esta crise aumenta a precariedade relacionada com o alojamento, no Luxemburgo. 

Para o déi Lénk, as pessoas em situação de desemprego, desemprego parcial ou com contrato a termo certo têm dificuldades em pagar a renda.O déi Lénk acrescenta que certos proprietários mostram-se solidários com os seus inquilinos, mas não todos, daí ter pedido a intervenção do Estado.Como resposta, o ministro da Habitação encoraja as pessoas a pedirem o subsídio de arrendamento, que foi aumentado para fazer face a esta crise pandémica e económica.  

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