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Covid-19. Jean Asselborn vê “luz ao fundo do túnel” se restrições forem respeitadas
Luxemburgo 05.04.2020 Do nosso arquivo online

Covid-19. Jean Asselborn vê “luz ao fundo do túnel” se restrições forem respeitadas

Covid-19. Jean Asselborn vê “luz ao fundo do túnel” se restrições forem respeitadas

Foto: AFP
Luxemburgo 05.04.2020 Do nosso arquivo online

Covid-19. Jean Asselborn vê “luz ao fundo do túnel” se restrições forem respeitadas

Diana ALVES
Diana ALVES
O ministro dos Negócios Estrangeiros disse esperar que as fronteiras da Alemanha com o Luxemburgo reabram em breve.

Há 16 anos a liderar a diplomacia luxemburguesa, Jean Asselborn confessa nunca ter vivido uma crise como a provocada pelo novo coronavírus. Mesmo assim, o ministro dos Negócios Estrangeiros fala numa “luz ao fundo do túnel”.

Numa entrevista à RTL, Asselborn sublinhou que, se as medidas restritivas em vigor forem respeitadas até ao final do mês de abril, “vamos poder ver a luz ao fundo do túnel”.

Ouvido no programa 'Background' da rádio luxemburguesa, o ministro dos Negócios Estrangeiros confessou nunca ter visto uma crise com a dimensão daquela que o mundo está a atravessar, numa altura em que o vírus já infetou mais de um milhão de pessoas em todo o mundo e matou mais de 60 mil.


Combate à covid-19 não pode "permitir quaisquer recuos" nos valores democráticos
Ministro dos Negócios Estrangeiros e Assuntos Europeus participou na reunião da NATO , esta quinta-feira, onde lembrou que lutar contra a pandemia e manter Estado de direito são atos "complementares" e classificou de "difícil, mas útil" o diálogo com a Rússia.

Face à dimensão da pandemia, que no Luxemburgo está associada a 31 mortes, Jean Asselborn defende que, em vez de investirem 2% do seu PIB na defesa, os países da NATO deveriam investir esse dinheiro no campo da investigação.

Sobre a decisão da Alemanha de encerrar as fronteiras com o Luxemburgo, o ministro dos Negócios Estrangeiros disse esperar que estas reabram em breve, sublinhando que em ambos os lados da fronteira as pessoas estão em confinamento pelo que a medida “não acrescenta nada”.  

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