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Covid-19. Família volta a ser a principal fonte de contágios no Luxemburgo
Luxemburgo 2 min. 01.10.2020

Covid-19. Família volta a ser a principal fonte de contágios no Luxemburgo

Covid-19. Família volta a ser a principal fonte de contágios no Luxemburgo

Luxemburgo 2 min. 01.10.2020

Covid-19. Família volta a ser a principal fonte de contágios no Luxemburgo

Paula SANTOS FERREIRA
Paula SANTOS FERREIRA
As férias no estrangeiro surgem agora em segundo lugar entre as causas de contaminação no país. Saiba em que ambientes existe maior risco de infeção.

 O ambiente familiar foi responsável por 31% das infeções da Sars-Cov-2 no Luxemburgo entre 21 e 27 setembro, num total de 460 casos positivos, com as férias no estrangeiro (14%), a cair para segundo lugar entre as causas de contaminação da covid-19, revela o último boletim epidemiológico da doença do Ministério da Saúde.

Desde o final de julho que a maioria dos casos de infeção estavam ligados às viagens das férias de verão, com os viajantes a testarem positivo à chegada ao Luxemburgo. As contaminações na família surgiam em segundo lugar. Até ao período de 21 a 27 de setembro, em que voltaram a liderar a tabela das causas de contágio e as relações intra-familiares a originarem 143 dos 460 casos.

É importante salientar que as infeções diminuíram 32% no Luxemburgo, entre 14 a 20 setembro e os sete dias seguintes.

Quais são as outras fontes de contágio no Grão-Ducado?

O ambiente profissional, que aparece em terceiro lugar com 7% dos casos, o setor de assistência e cuidados (6%), o ambiente escolar (3% ) e o lazer (3%), explica o relatório semanal epidemiológico, do Ministério da Saúde.

 Foi na semana de 24 a 30 de agosto que esta fonte de contágio atingiu o pico máximo, sendo responsável por 52% das infeções no país. As relações intra-familiares representaram nessa semana 22% dos casos. 

A partir daí, a percentagem dos casos ligados às férias começou a decrescer, mas mantendo-se sempre em primeiro lugar, e as infeções contraídas em ambiente familiar começaram a aumentar, mas mantinham-se a segunda razão.

Entre o último período analisado e o anterior (14 a 20 setembro) a percentagem de casos ligados às férias diminuiu de 31% para 14%, ou seja 17%.

Já os testes positivos resultantes de contaminações em família tiveram um aumento de 11%.

Aumento de 42% dos isolamentos

De referir que apesar da diminuição acentuada do número de infeções do novo coronavírus no país, os casos em quarentena e em isolamento aumentaram. Aliás, as pessoas infetadas e obrigadas a estarem isoladas para não contaminarem outras pessoas, cresceram 42%.

“Na semana de 21 a 27 de setembro, 2.411 pessoas estiveram em quarentena (+ 6% em relação à semana anterior) e 1.095 em isolamento (+ 42% em relação à semana anterior)”, lê-se no relatório semanal da tutela.

A maioria dos casos em quarentena registou-se na faixa etária dos 0-14 anos, com 31% do total desta medida de prevenção, o mesmo se verificando na semana anterior.

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