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Covid-19. Esta semana será "o momento da verdade" para o Luxemburgo
Luxemburgo 02.11.2020 Do nosso arquivo online

Covid-19. Esta semana será "o momento da verdade" para o Luxemburgo

Covid-19. Esta semana será "o momento da verdade" para o Luxemburgo

Foto: Guy Wolff
Luxemburgo 02.11.2020 Do nosso arquivo online

Covid-19. Esta semana será "o momento da verdade" para o Luxemburgo

Segundo o primeiro-ministro, Xavier Bettel, os primeiros dias de novembro serão determinantes para decidir se vão ser necessárias mais medidas restritivas para conter a pandemia no país.

Esta semana, a  primeira do mês de novembro, será o "momento da verdade" do Luxemburgo para compreender até que ponto a transmissão da covid-19 se intensificou e o que poderá ainda ter de ser feito para a conter. 

É o próprio primeiro-ministro, Xavier Bettel, quem o diz, numa entrevista à  rádio 100.7, gravada este domingo, 1 de novembro.


Covid-19. Mais três mortes e 849 novas infeções no Luxemburgo
Só neste fim de semana morreram 8 pessoas por covid-19 e registaram-se 1648 novos casos de infeção no país. Estão 168 doentes internados, 27 dos quais nos cuidados intensivos.

Numa altura, em que todos os países vizinhos entram num novo confinamento total (Bélgica e França) ou parcial (Alemanha), o Luxemburgo avança para o recolher obrigatório. Mas será possível evitar mais medidas restritivas e manter o chamado comércio não essencial aberto?

A resposta deverá ser dada esta semana e com ela a decisão de avançar ou não para outras opções de contenção, segundo o primeiro-ministro. 

Se houver um aumento significativo do número de internamentos, poderão ser anunciadas medidas mais restritivas.


Confinamento aumentou tempo de espera para mamografia
O cancro da mama é o mais frequente nas mulheres e faz, em média, 78 vítimas mortais por ano no Luxemburgo.

Durante a primeira vaga, o pico foi de 216 internamentos em unidades hospitalares. Este sábado à noite, as hospitalizações subiram de 150 para 169, um número ainda abaixo do máximo atingido anteriormente, mas que tem crescido nos últimos dias, com o aumento de pessoas infetadas com o novo coronavírus.

A haver medidas mais restritivas estas não deverão, para já, passar pelo encerramento das fronteiras, uma vez que tanto Xavier Bettel como Angela Merkel concordaram, na última reunião extraordinária do Conselho Europeu, que essa não seria uma opção a adotar.

Pelo contrário, com o aumento dos internamentos sobe a pressão sobre os hospitais, pelo que estes poderão ter de trabalhar em rede e articulação mesmo com os de outros países. Por outro lado, os trabalhadores transfronteiriços são essenciais ao seu funcionamento, no Luxemburgo. "Não conseguiremos, especialmente nos hospitais, se os nossos trabalhadores fronteiriços de repente não puderem vir trabalhar", disse Xavier Bettel, numa entrevista à RTL, acrescentando que se as fronteiras fossem fechadas, isso teria um reflexo, desnecessário, no aumento da mortalidade dos doentes.  

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