Escolha as suas informações

Covid-19. Direção da Saúde quer reforçar rastreio no final das férias coletivas
Luxemburgo 12.08.2020

Covid-19. Direção da Saúde quer reforçar rastreio no final das férias coletivas

Covid-19. Direção da Saúde quer reforçar rastreio no final das férias coletivas

Foto: Guy Jallay/Luxemburger Wort
Luxemburgo 12.08.2020

Covid-19. Direção da Saúde quer reforçar rastreio no final das férias coletivas

Diana ALVES
Diana ALVES
A Direção da Saúde tenciona reforçar o rastreio à covid-19 no final das férias coletivas de verão e no arranque do novo ano letivo.

Esta é uma das estratégias do Ministério da Saúde para lidar com o regresso dos viajantes após as férias de verão no âmbito da pandemia do novo coronavírus. O reforço do rastreio deverá acontecer ao abrigo da estratégia de testes em larga escala.

Reunida por videoconferência com os deputados da comissão da saúde, a ministra da tutela, Paulette Lenert, sublinhou que os setores prioritários em termos de rastreio são os da construção, limpezas, Horesca e saúde.


Testes covid-19. Estratégia do Luxemburgo elogiada pelo Centro Europeu de Doenças
A estratégia do Luxemburgo em matéria de testes de diagnóstico à covid-19 foi elogiada pelo Centro Europeu de Prevenção e Controlo de Doenças (ECDC, na sigla em inglês).

Note-se que a segunda fase do programa de testes em larga escala arranca no final deste mês, prolongando-se até março de 2021. Neste momento, a taxa de participação ronda os 30%. No início da primeira etapa, essa percentagem era de apenas 12%.

Quanto à eventual realização de testes de diagnóstico nas autoestradas luxemburguesas ou nos postos fronteiriços, preconizada por alguns deputados, Lenert adiantou que, para já, esse tipo de exames para quem chega ao país limita-se ao aeroporto do Findel. 

Siga-nos no Facebook, Twitter e receba as nossas newsletters diárias.


Notícias relacionadas

Luxemburgo. Próximas semanas e meses são de alto risco de infeções covid-19
O regresso das férias, o início do ano escolar e a época da gripe constituem períodos que podem gerar uma "potencial vaga" da epidemia, assume o Governo. Mas irá haver mais períodos perigosos, todos seguidos, e propícios a gerar uma nova "vaga" da covid-19, até março de 2021.Em setembro arranca novo programa de testes.