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Covid-19. Casos confirmados aumentam para 140 no Luxemburgo
Luxemburgo 17.03.2020

Covid-19. Casos confirmados aumentam para 140 no Luxemburgo

Covid-19. Casos confirmados aumentam para 140 no Luxemburgo

Foto. AFP
Luxemburgo 17.03.2020

Covid-19. Casos confirmados aumentam para 140 no Luxemburgo

Susy MARTINS
Susy MARTINS
É o maior aumento registado no Grão-Ducado desde o primeiro caso no dia 29 de fevereiro.

Subiu drasticamente o número de pessoas infetadas por Covid-19 no Luxemburgo. A Direção da Saúde Geral fez esta manhã o segundo balanço do dia e confirma 140 infetados. 

Trata-se do maior aumento registado no Grão-Ducado desde a primeira infeção no dia 29 de fevereiro. No primeiro balanço divulgado esta manhã havia 94 pessoas infetadas, mas neste momento há mais 46 infetados face ao número divulgado por volta das 9h00 desta terça-feira pelas autoridades. 


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Quando isto passar muitas coisas vão ter que mudar, para não se repetir uma situação que criamos com a forma de explorar a Terra, que multiplica perigos e catástrofes.

 O vírus responsável pela pandemia da Covid-19 infetou cerca de 170 mil pessoas, das quais 6.850 morreram. Uma dessas vítimas mortais residia no Luxemburgo. Das pessoas infetadas em todo o mundo, mais de 75 mil recuperaram da doença.  

A ministra da Saúde luxemburguesa, Paulette Lenert, admitiu ontem que o "confinamento total" pode vir a ser decretado no Luxemburgo se as pessoas não respeitarem o isolamento. Estamos perante "uma crise sanitária", acrescentou. "As pessoas de idade e mais vulneráveis devem ficar em casa por razões de segurança", apelou a ministra da Saúde. 


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O diretor do Centro Hospitalar do Luxemburgo (CHL) considera que o Grão-Ducado está "bem equipado face à pandemia". O CHL tem 15 camas reservadas para doentes infetados pelo coronavírus.

A partir de 16 de março, as autoridades policiais estarão nas ruas para verificar "o cumprimento" das indicações dadas pelo Governo. Apenas "as lojas essenciais" deverão continuar abertas. Os restaurantes, apenas, poderão funcionar em regime de "take out".  

Os transportes públicos deverão continuar a funcionar mas os condutores e passageiros deverão respeitar a regra de "dois metros de distância" de segurança. Assim como nos supermercados "deve ser seguida essa regra de dois metros de distância" por parte dos operadores de caixa.  

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