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Covid-19. Bettel diz que encerramento das fronteiras é "um erro"
Luxemburgo 18.06.2020

Covid-19. Bettel diz que encerramento das fronteiras é "um erro"

Covid-19. Bettel diz que encerramento das fronteiras é "um erro"

Foto: Lex Kleren
Luxemburgo 18.06.2020

Covid-19. Bettel diz que encerramento das fronteiras é "um erro"

Redação
Redação
O primeiro-ministro luxemburguês revelou que "O Luxemburgo está a organizar-se desde Janeiro".

O Primeiro-Ministro luxemburguês lamentou o encerramento das fronteiras, que descreveu como um "erro", num ponto de situação da estratégia de combate à covid-19."Não é uma fronteira que a detém, não é um agente aduaneiro ou uma vedação que a vai deter. No início, quando alguns países repararam que o camião que transportava o equipamento de que precisavam estava bloqueado nas fronteiras próximas, gritaram", revelou.   

Xavier Bettel fez o balanço da resposta à crise do coronavírus numa entrevista no programa "Ici l'Europe", transmitido na canal França 24 

 No momento em que a Europa está a de sair da crise sanitária, o primeiro-ministro Xavier Bettel recordou a particularidade do Luxemburgo e o "risco de colapso do sistema em que 60% dos trabalhadores provêm da Grande Região", Xavier Bettel lamentou a falta de coordenação a nível europeu. "Todos queriam ser "fortes" perante os seus eleitores. Não fechámos nada e estamos a ir bastante bem", diz. 

"Encomendámos as máscaras mais cedo", revelou.  "Começámos a organizar-nos em Janeiro. Solicitei ao Gabinete do Alto Comissário para a Protecção Nacional que fizesse uma análise da situação em Wuhan e do que deve ser feito no Luxemburgo", afirmou.


Mais dois dias para levantar máscaras de proteção na capital
Ainda pode levantar as 50 máscaras a que tem direito.

Recorde-se que o Luxemburgo distribuiu 50 máscaras aos residentes e aos trabalhadores fronteiriços. 

 Questionado sobre o plano de relançamento da economia europeia, que visa em especial ajudar os países mais afectados (Espanha, Itália, França), o primeiro-ministro luxemburguês recordou que a Europa é "um projecto de paz e de solidariedade". "É preciso meter a mão no bolso para se ajudarem uns aos outros. 

No que respeita às lições desta crise, o chefe do Governo luxemburguês saudou o "surto de generosidade" no Luxemburgo, ao mesmo tempo que esboçava mudanças na forma de consumir e produzir: "Os hábitos mudaram, tais como descobrir o que temos localmente [...] Precisamos de produzir medicamentos na Europa, nem sempre podemos estar dependentes de outros continentes", sublinhou.

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