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Covid-19. 390 alunos infetados desde o início da pandemia
Luxemburgo 14.08.2020 Do nosso arquivo online

Covid-19. 390 alunos infetados desde o início da pandemia

Covid-19. 390 alunos infetados desde o início da pandemia

Luxemburgo 14.08.2020 Do nosso arquivo online

Covid-19. 390 alunos infetados desde o início da pandemia

Manuela PEREIRA
Manuela PEREIRA
Dos 390 alunos estudantes infetados no Luxemburgo, 12 tiveram de ser internados, dos quais dois nos cuidados intensivos, revela um relatório divulgado esta manhã.

Há registo de 424 infeções na comunidade escolar no Luxemburgo, desde o início da pandemia de covid-19. Ao todo, 390 alunos (176 do ensino fundamental e 214 do ensino secundário) foram infetados. No que diz respeito ao pessoal docente, 16 professores do ensino fundamental e outros 18 do ensino secundário também tiveram resultado positivo no teste de despistagem ao novo coronavírus. 

Estas são algumas das conclusões do relatório “A escola face à covid-19 no Luxemburgo” divulgado hoje. O estudo foi realizado por uma equipa de cientistas e professores e visa ter um melhor conhecimento da situação epidemiológica nas escolas para preparar a rentrée escolar, que arranca dentro de um mês.


Regresso às aulas. "Escola não é um foco de infeção da covid-19"
Garante novo estudo no Luxemburgo. Ministro da Educação revelou hoje que antes do início do ano letivo "todos os estudantes podem ser testados".

726 estudantes estiveram em quarentena

Os casos de infeções na comunidade escolar levaram à colocação em quarentena de 2.711 pessoas, das quais 726 alunos. Do total de pessoas em quarentena, os resultados dos testes de rastreio deram positivo para 115 familiares e 16 alunos. Dos 390 alunos infetados, 12 tiveram de ser internados, dos quais dois nos cuidados intensivos. 

A covid-19 não fez até ao momento nenhuma vítima mortal no meio escolar.O Rt, o indicador do potencial de transmissão do novo coronavírus, é na escola de 0,27. Com base nestes dados, o ministro da Educação, Claude Meisch, vai preparar um plano para organizar a rentrée escolar em segurança nesta nova normalidade que é a de viver com um vírus para o qual ainda não há tratamento, nem vacina em comercialização.  

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