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Concorreram cerca de 900 pessoas para trabalhar na corte grã-ducal
Luxemburgo 20.11.2020

Concorreram cerca de 900 pessoas para trabalhar na corte grã-ducal

Concorreram cerca de 900 pessoas para trabalhar na corte grã-ducal

Foto: Guy Jallay/archive
Luxemburgo 20.11.2020

Concorreram cerca de 900 pessoas para trabalhar na corte grã-ducal

Jean-Michel HENNEBERT
Jean-Michel HENNEBERT
O concurso para 15 vagas foi lançado em outubro e teve muitas centenas de pessoas a candidatarem-se, segundo informações dadas esta quinta-feira por Yuriko Backes, Marechal da Corte.

 A Casa do Grão-Duque foi Instituída oficialmente no início de outubro e está prestes a ser ampliada. 

Três semanas após a publicação dos anúncios a abrir vagas para a instituição, muitas centenas de pessoas concorreram aos 15 lugares que estão por preencher. Em entrevista aos nossos colegas da tádio 100.7, Yuriko Backes, Marechal da Corte, confirmou que "cerca de 900 candidaturas" foram recebidas, disse a chefe da nova administração criada para servir o chefe de Estado. 

Embora não fossem dados pormenores sobre os cargos mais solicitados, sabe-se que a Casa do Grão-Duque procurava um camareiro, bem como um oficial de comunicação e um director do gabinete do Marechal. Esta operação de recrutamento responde a "necessidades prementes", garantiu Yuriko Backes quinta-feira, acrescentando que "oito das posições [colocadas a concurso] correspondem a lugares destinados a pôr em prática o novo organigrama". 

Esta reorganização, que se segue ao relatório Waringo, é feita para trazer "mais clareza e transparência" à corte grã-ducal, segundo afirmou, na altura da sua oficialização, o primeiro-ministro, Xavier Bettel. 

 Questionada sobre o orçamento anual de 20 milhões de euros que vai administrar, Yuriko Backes , que foi conselheira diplomática de Jean-Claude Juncker (CSV) e Xavier Bettel (DP) e chefe da representação da Comissão Europeia no Luxemburgo, garante que a utilização desta verba é "totalmente transparente". Embora maior do que o orçamento atribuído em 2019, a verba agora atribuida permite ter uma visão global do que vai ser efectivamente gasto, uma vez que "anteriormente, todos os custos não eram necessariamente retirados deste orçamento, mas sim do de certos ministérios", lembrou.

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