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Coligação liderada por Bettel perderia se eleições fossem hoje
Luxemburgo 12.01.2016 Do nosso arquivo online
Sondagem Tageblatt

Coligação liderada por Bettel perderia se eleições fossem hoje

Bettel, Schneider e Braz descem nas sondagens
Sondagem Tageblatt

Coligação liderada por Bettel perderia se eleições fossem hoje

Bettel, Schneider e Braz descem nas sondagens
Foto: Gerry Huberty
Luxemburgo 12.01.2016 Do nosso arquivo online
Sondagem Tageblatt

Coligação liderada por Bettel perderia se eleições fossem hoje

Se as eleições legislativas fossem hoje, a coligação governamental entre os liberais do DP, os socialistas (LSAP) e os Verdes, liderada pelo primeiro-ministro Xavier Bettel, perderia para os cristãos-sociais (CSV).

Se as eleições legislativas fossem hoje, a coligação governamental entre os liberais do DP, os socialistas (LSAP) e os Verdes, liderada pelo primeiro-ministro Xavier Bettel, perderia para os cristãos-sociais (CSV).

Segundo uma sondagem do Tageblatt, divulgada no sábado, o DP de Xavier Bettel seria o partido mais penalizado nas quatro circunscrições, enquanto todos os partidos da oposição – CSV, ADR e o Déi Lénk (A Esquerda) – aumentariam o número de deputados.

O DP, em queda livre nas sondagens, perderia agora cinco lugares no Parlamento, passando a ter oito deputados, contra os 13 eleitos em 2013. Um resultado ainda pior que em 2009, quando conseguiu eleger nove deputados.

Os socialistas surgem nas sondagens como a segunda força mais penalizada, com a perda de três deputados. Se as eleições fossem hoje, o LSAP elegia 10 deputados, contra os 13 que conseguiu nas legislativas de 2013.

Os Verdes são o único partido da coligação governamental que não perderia nenhum deputado. Também não ganharia nenhum, mantendo os actuais seis lugares.

Contas feitas, o DP, o LSAP e os Verdes seriam incapazes de manter a maioria, somando no total 24 deputados, contra os actuais 32.

O grande vendedor nas sondagens é o CVS, que chegaria aos 27 deputados, mais quatro do que os obtidos em 2013. O ADR também sairia reforçado, com mais dois lugares, somando cinco deputados, enquanto o Déi Lénk subiria de dois para três deputados.

De acordo com a sondagem do Tageblatt, o partido comunista luxemburguês (KPL) regressaria ao Parlamento, elegendo um deputado entre os 60 assentos parlamentares. O KPL integrou o Governo entre 1945 e 1947 e obteve o seu melhor resultado em 1968, ano em que elegeu seis deputados.