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Cheias de julho. Seguradoras já indemnizaram 6300 vítimas das inundações
Luxemburgo 14.10.2021
Inundações

Cheias de julho. Seguradoras já indemnizaram 6300 vítimas das inundações

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Cheias de julho. Seguradoras já indemnizaram 6300 vítimas das inundações

Foto: AFP
Luxemburgo 14.10.2021
Inundações

Cheias de julho. Seguradoras já indemnizaram 6300 vítimas das inundações

O custo total da catástrofe, que é a "mais cara da história dos seguros luxemburgueses", está atualmente "estimado em 125 milhões de euros", refere a ACA.

As seguradoras já indemnizaram 6.300 vítimas das cheias que atingiram o Luxemburgo, no passado mês de julho.

Em comunicado, a Associação de Companhias de Seguros (ACA, na sigla em francês) faz o balanço aos custos das intempéries, três meses de as chuvas torrenciais e as graves inundações terem deixado um rasto de destruição no país.


Empresas afetadas pelas inundações podem continuar a beneficiar do desemprego parcial
Ainda há empresas em desemprego parcial devido às inundações de 14 e 15 de julho.

As seguradoras registaram 6.500 danos a casas e empresas e 1.300 casos de veículos inundados, a grande maioria dos quais ficaram permanentemente inutilizáveis, refere a ACA em comunicado. 

O organismo confirma também o custo total da catástrofe, que é a "mais cara da história dos seguros luxemburgueses", está atualmente "estimado em 125 milhões de euros". 

"As seguradoras mobilizaram e reforçaram as suas equipas para assegurar que o pagamento dos danos seja tão eficiente, fácil e rápido quanto possível. Até à data, 80% dos ficheiros relacionados com "veículos" já foram concluídos, por outras palavras, a indemnização devida foi paga na totalidade", indica a associação. 

A taxa sobe para 85% no que se refere aos processos relacionados com a compensação por danos, totais ou parciais, em casas e empresas, "incluindo os adiantamentos pagos associados a dossiers ainda em curso". 


Apenas 38 das 211 famílias que pediram ajuda foram indemnizadas
A ajuda equivale a pouco mais de 179 mil euros no total.

As seguradoras justificam que os processos por concluir estão dependentes ainda das avaliações dos peritos, sobretudo em casos de danos de grandes dimensões, da falta de fornecimento de estimativas ou faturas pelos beneficiários e da indisponibilidade comercial e material no curto prazo. 

Seguradoras alertam para revisão de garantias face às alterações climáticas

No mesmo comunicado, a ACA alerta os beneficiários para reverem as garantias face às alterações climáticas e à tendência de repetição de eventos meteorológicos extremos, com tendência a agravarem-se no futuro.

"Dada a frequência crescente dos acontecimentos climáticos nos últimos três anos no Luxemburgo, que demonstra uma mudança no clima, a ACA recomenda aos beneficiários de seguros que estejam atentos às garantias que subscreveram ou que as revejam junto das suas seguradoras ou dos seus agentes de seguros."


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