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Canábis medicinal já esgotou três vezes no Luxemburgo
Luxemburgo 11.09.2020

Canábis medicinal já esgotou três vezes no Luxemburgo

Canábis medicinal já esgotou três vezes no Luxemburgo

Luxemburgo 11.09.2020

Canábis medicinal já esgotou três vezes no Luxemburgo

Diana ALVES
Diana ALVES
O Governo garante que tem tomado várias medidas para limitar o risco da falta deste medicamento.

Desde o arranque do projeto piloto sobre o uso de canabis para fins medicinais, em fevereiro de 2019, que o Luxemburgo se viu três vezes sem stock da substância feita à base de THC.

Segundo a ministra da Saúde, Paulette Lenert, houve já três ruturas de stock, a última das quais no passado mês de julho. Nas três situações, os pacientes tiveram de esperar entre três a quatro semanas pelo medicamento. Mas a ministra garante que, neste momento, o país está devidamente abastecido.

Questionada pela deputada Martine Hansen (CSV) sobre se a crise pandémica está na origem da falta do medicamento, a ministra adianta que, de facto, a situação "tem repercussões ao nível da disponibilidade do medicamento".Outro fator prende-se com as “normas rígidas” que regem o uso da substância e que implicam “procedimentos de importação complexos”, que por vezes atrasam as entregas. 

A ministra refere também que a qualidade farmacêutica exigida ao produto final que chega ao paciente também tem um impacto ao nível do processo de produção. Paulette Lenert frisa, no entanto, que o Governo tem tomado várias medidas para "limitar o risco de penúria do medicamento". Entre elas estão a digitalização dos processos administrativos ligados à importação da substância; a monitorização reforçada dos stocks para antecipar encomendas; uma maior colaboração com os fornecedores; e a informação prévia de médicos e hospitais em caso de rutura de stock. 

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