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Burnout. A depressão mata
Luxemburgo 02.10.2019

Burnout. A depressão mata

Burnout. A depressão mata

Foto: Shutterstock
Luxemburgo 02.10.2019

Burnout. A depressão mata

Manuela PEREIRA
Manuela PEREIRA
No Luxemburgo, o número de casos de suicídio varia entre 60 e 70, por ano.

O burnout ou stress profissional vai integrar a Classificação Internacional de Doenças (CID) da Organização Mundial da Saúde (OMS), em 2022, na secção consagrada aos “problemas associados” ao emprego e desemprego, sendo descrito como “uma síndrome resultante de stress crónico no trabalho que não foi gerido com êxito”.

Os três sintomas do burnout – cansaço emocional, despersonalização e desvalorização pessoal – estão também incluídos nos sintomas da depressão.

No âmbito da série especial que a Rádio Latina lançou esta semana, sobre esta síndrome do esgotamento profissional perguntamos ao psicólogo Fränz d’Onghia se o burnout mata.

O médico considera que SIM, tendo em conta que as estatísticas revelam que três quartos das pessoas que se suicidaram sofriam de depressão profunda.

A depressão pode matar, na opinião do psicólogo Fränz d’Onghia.

No Luxemburgo, o número de casos de suicídio varia entre 60 e 70, por ano.


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