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Bettel defende Corinne Cahen no caso do email
Luxemburgo 06.11.2019

Bettel defende Corinne Cahen no caso do email

Bettel defende Corinne Cahen no caso do email

Foto: Guy Jallay
Luxemburgo 06.11.2019

Bettel defende Corinne Cahen no caso do email

O primeiro-ministro considerou que não há nenhuma questão do ponto de vista ético no email que a ministra da Família fez usando o seu endereço eletrónico do governo em relação às obras na Gare que afectam um estabelecimento comercial que pertence à sua família.

O primeiro-ministro luxemburguês, Xavier Bettel, considera que nada indica que a sua correligionária e sua colega de governo Corinne Cahen (DP) tenha violado o Código de Ética que estão sujeitos os governantes. A posição do chefe do governo foi manifestada em resposta às perguntas feitas pelos deputados   da oposição Diane Adehm (CSV) e Fernand Kartheiser (ADR) sobre o chamado caso do email. 

Nas origens do caso está  um email que Corinne Cahen enviou, no passado mês de abril, à União dos Comerciantes da cidade do Luxemburgo (UCVL) no qual alegadamente denunciava a situação complicada em que a sapataria propriedade da sua família se encontrava por causa dos trabalhos de construção da linha do elétrico. Um email que a ministra enviou do seu endereço eletrónico profissional.  

Para Xavier Bettel, depois da ministra se ter desculpado de ter usado o seu "email profissional", a preocupação de Corinne Cahen não pode ser considerado um caso de abuso de poder: "Esta preocupação [manifestada pela ministra] não pode ser considerada inaceitável", defendeu. 

Para o primeiro-ministro, na ausência de má intenção e dolo, não é necessário aplicar o artigo 7 do Código de Ética e reenviar o assunto para apreciação ao Comité de Ética.  Para o chefe do governo, a mensagem da ministra à associação profissional -  entidade que a ministra presidiu, entre 2008 e 2012, época durante a qual também foi gerente da loja “Chaussures Léon”. Uma atividade que desempenhou desde 2001 até ser eleita ministra, ou seja, até 2013 - não pode ser considerada como uma forma de auxílio indevido à empresa dos seus familiares.  



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