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Atrasos nas reformas. Permanências sociais no Luxemburgo de 1 a 4 de abril
Luxemburgo 2 min. 06.03.2019

Atrasos nas reformas. Permanências sociais no Luxemburgo de 1 a 4 de abril

Atrasos nas reformas. Permanências sociais no Luxemburgo de 1 a 4 de abril

Foto: Alain Piron
Luxemburgo 2 min. 06.03.2019

Atrasos nas reformas. Permanências sociais no Luxemburgo de 1 a 4 de abril

Inscrições devem ser feitas por telefone após o dia 14 de março. Veja aqui qual o número para onde ligar e como fazer.

Especialistas do Centro Nacional de Pensões (CNP) e da Caisse Nationale d'Assurance Pension du Luxembourg (CNAP) vão organizar permanências sociais entre os dias 1 e 4 de abril para transmitir "informações e conselhos", no âmbito dos atrasos no envio da documentação sobre a carreira contributiva dos imigrantes portugueses, tal como prometeu o secretário de Estado das Comunidades, José Luís Carneiro, na recente visita ao Grão-Ducado.

De acordo com informação da própria CNAP, as consultas são feitas "exclusivamente por marcação" e os interessados devem contactar a entidade após o dia 14 de março para o telefone (00352) 224141-6464" para indicar os seguintes dados: "Nome e apelido; data de nascimento; morada atual; número da Segurança Social do Luxemburgo e número da Segurança Social de Portugal (NISS)".

São dirigidas "principalmente a cidadãos portugueses que trabalham no Luxemburgo; com uma carreira mista em Portugal e no Grão-Ducado; que tenham mais de 50 anos e necessidade de informações ou esclarecimentos relativos aos seus direitos à pensão".

As consultas vão decorrer na CNAP (1a, boulevard Prince Henri) no dia 1 das 11:00 às 14:00 e das 16:00 às 19:00; nos dias 2 e 3 das 10:00 às 13:00 e das 15:00 às 18:00. No dia 4, as consultas vão decorrer no edifício das permanências consulares (Associação Rancho Folclórico "Províncias de Portugal), no boulevard Prince Henri em Esch-sur-Alzette, das 10:00 às 13:00 e das 15:00 às 18:00.

Recorde-se que os atrasos no envio de documentação aos imigrantes portugueses geraram casos de desespero e de miséria, além de revolta da parte dos atingidos e diversas iniciativas, incluindo a criação de uma comissão para acompanhamento do assunto que, entretanto, apresentou queixa à Comissão Europeia.


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