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Ataque de cão na capital chega ao Parlamento
Luxemburgo 2 min. 07.09.2021
Caso polémico

Ataque de cão na capital chega ao Parlamento

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Ataque de cão na capital chega ao Parlamento

Foto: Screenshots Video
Luxemburgo 2 min. 07.09.2021
Caso polémico

Ataque de cão na capital chega ao Parlamento

Henrique DE BURGO
Henrique DE BURGO
Contrato com a empresa de segurança privada é para manter, afirmou a burgomestre em reação ao caso.

O caso do cão patrulha que atacou um homem na capital já chegou ao Parlamento. O partido ecologista, déi Gréng, pediu esclarecimentos sobre o cão da empresa de segurança privada G4S, que atacou e feriu um homem na avenida da Gare no sábado passado. O caso está a gerar polémica depois de um vídeo do ataque ter sido partilhado nas redes sociais.

Na questão parlamentar, os deputados François Benoy e Stéphanie Empain perguntam aos ministros da Justiça, da Segurança Interna e da Agricultura como avaliam este incidente e se este caso não será um exemplo em que os limites do patrulhamento do espaço público por um serviço de segurança privada foram ultrapassados.

Os deputados ecologistas questionam ainda quais os requisitos da empresa e dos funcionários no que se refere ao adestramento dos cães e em que situações os cães podem andar sem mordaça na via pública.

Outros partidos já reagiram ao caso. O déi Lénk da capital pediu na segunda-feira a rescisão do contrato da comuna com a G4S, que faz patrulha nas ruas problemáticas da capital. Um dado que já foi negado pela burgomestre da autarquia da capital numa conferência de imprensa. 


Lydie Polfer
Burgomestre da Cidade do Luxemburgo mantém contrato com a G4S
"Não me demito perante os traficantes". Esta é a reação da burgomestre da Cidade do Luxemburgo ao pedido de tomada de responsabilidade do partido déi Lénk a Lydie Polfer, depois de um cão da empresa de segurança privada G4S ter agredido um homem, no sábado, na avenida da Gare.

O ataque ocorreu no passado sábado, na avenida da Gare, onde um homem foi mordido na perna pelo cão de patrulha da empresa de segurança privada G4S. O cão estava acompanhado por quatro seguranças. Segundo a burgomestre, antes do ataque o homem terá agredido verbalmente os seguranças e pontapeado o cão. Está em curso uma investigação para esclarecer o caso. 

A contratação da empresa de segurança privada, em dezembro de 2020, esteve envolta em polémica. Chegou mesmo a ser criticada pelo ministro da Segurança Interna, Henri Kox, que a considerou ilegal. Na altura a autarquia afirmou que o objetivo era "lutar contra o sentimento de insegurança urbana e reforçar a tranquilidade pública" nas ruas da capital. 

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A autarquia da Cidade do Luxemburgo não vai renovar o contrato de vigilância nas ruas da capital com a empresa de segurança privada G4S. A revelação foi feita esta terça-feira num comunicado conjunto dos partidos da oposição da capital, LSAP, os Verdes e Déi Lénk.