Escolha as suas informações

AstraZeneca voluntária para menores de 55 anos e obrigatória para segundas doses no Luxemburgo
Luxemburgo 16.04.2021 Do nosso arquivo online

AstraZeneca voluntária para menores de 55 anos e obrigatória para segundas doses no Luxemburgo

AstraZeneca voluntária para menores de 55 anos e obrigatória para segundas doses no Luxemburgo

Luxemburgo 16.04.2021 Do nosso arquivo online

AstraZeneca voluntária para menores de 55 anos e obrigatória para segundas doses no Luxemburgo

Susy MARTINS
Susy MARTINS
A vacina contra a covid-19 da AstraZeneca vai continuar a ser utilizada no Luxemburgo, mas com algumas alterações.

A primeira é que será reservada a maiores de 55 anos. A segunda alteração é que quem tiver entre 30 e 54 anos também pode tomar esta marca de vacina, mas terá que se declarar voluntário.

A terceira e última alteração diz respeito às pessoas que já tomaram a primeira dose deste fármaco. Para estes, independentemente da idade, não haverá escolha: vão tomar a segunda dose da AstraZeneca.

A decisão foi tomada hoje em Conselho de Ministros e anunciada esta tarde pelo primeiro-ministro. Xavier Bettel explica que a Agência Europeia do Medicamento (EMA) recomendou a administração desta vacina, no seu parecer do dia 7 de abril e é isso que o Luxemburgo vai fazer. 

Embora com estas alterações. A partir da próxima semana, o Governo vai criar uma lista de pessoas que se voluntariam a tomar a vacina desta marca. Uma lista destinada aos residentes que tenham entre 30 e 54 anos.

A fórmula do fármaco da AstraZeneca será então reservada para pessoas com 55 anos ou mais. Os que já receberam a primeira dose da vacina desta marca vão tomar a segunda dose da AstraZeneca. 


Siga-nos no Facebook, Twitter e receba as nossas newsletters diárias.


Notícias relacionadas

A toma da segunda dose da vacina anticovid pelo primeiro-ministro gerou interrogações. Isto, porque para quem já esteve infetado com o vírus a recomendação é de uma dose única. As explicações.
Na conferência de imprensa da passada sexta-feira, o primeiro-ministro fez ainda especial menção aos "médicos, enfermeiros e empregados de supermercado que atravessam a fronteira todos os dias" sem os quais "o Luxemburgo não seria capaz de gerir" esta crise pandémica.