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ASTI continua a ajudar pessoas em situação de residência irregular
Luxemburgo 24.12.2020 Do nosso arquivo online

ASTI continua a ajudar pessoas em situação de residência irregular

ASTI continua a ajudar pessoas em situação de residência irregular

Foto: Photo: Gerry Huberty
Luxemburgo 24.12.2020 Do nosso arquivo online

ASTI continua a ajudar pessoas em situação de residência irregular

Susy MARTINS
Susy MARTINS
A pandemia do novo coronavírus continua a afetar o Luxemburgo e o mundo.

Para os trabalhadores que vivem no país sem autorização de residência, este segundo confinamento no setor da horeca é dramático, segundo a Associação de Apoio aos Trabalhadores Imigrantes (ASTI), que sublinha que estas pessoas se encontram de novo sem trabalho, sem ajudas do Estado e sem direito a ajuda social.

Daí a ASTI ter criado permanências de distribuição de bens alimentares nas mercearias para pessoas carenciadas. Com a ajuda de donativos, a associação conseguiu recolher cerca de 36.000 euros, entre os dias 10 de abril e 17 de julho.

Visto a evolução da situação, a ASTI renovou a ação de distribuição no início do mês de outubro. Uma vez mais, graças aos doadores e da Fundação Grã-Duquesa Charlotte, foi possível angariar mais 10.000 euros para apoiar estas pessoas em situação precária.

A ASTI salienta que entre 6 de outubro e 15 de dezembro, foi possível distribuir bons alimentares num valor de 21.300 euros, e garante que enquanto a crise perdurar, esta ação de ajuda alimentar para com os sem-papéis vai continuar.

No seu comunicado, a associação espera que o Ministério da Imigração se mostre sensível a esta situação dos trabalhadores sem autorização de residência, que no caso de muitos, vivem há largos anos no país. 

Entre 6 de outubro e 15 de dezembro, 90 pessoas dirigiram-se à ASTI, das quais 35 eram crianças, representando 35 agregados familiares. Doze famílias tinham até cinco crianças, quatro famílias eram monoparentais com uma ou duas crianças, três casais não tinham filhos, e 16 pessoas eram solteiras.

Segundo a ASTI, as pessoas eram principalmente oriundas do Brasil ou do Senegal.

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