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Além do PCR, as companhias aéreas já aceitam testes rápidos para entrar no Luxemburgo
Luxemburgo 2 min. 30.03.2021

Além do PCR, as companhias aéreas já aceitam testes rápidos para entrar no Luxemburgo

Além do PCR, as companhias aéreas já aceitam testes rápidos para entrar no Luxemburgo

Robert Michael/dpa
Luxemburgo 2 min. 30.03.2021

Além do PCR, as companhias aéreas já aceitam testes rápidos para entrar no Luxemburgo

Teresa CAMARÃO
Teresa CAMARÃO
As companhias aéreas que voam para o Grão-Ducado já aceitam os resultados dos testes rápidos, desde que sejam feitos 72h antes do embarque.

Com o alargamento das restrições aos viajantes que desejam chegar ao Luxemburgo, as companhias aéreas passaram a admitir os resultados dos testes rápidos na hora do embarque. Desde 29 de janeiro que as autoridades luxemburguesas já aceitavam que os viajantes apresentassem o resultado do teste antigénio, embora as companhias aéreas tenham exigido até aqui que o resultados dos PCR.   

 Agora e, pelo menos até 15 de maio, além dos testes PCR, os antigénio também podem ser incluídos na documentação necessária para concluir o embarque. 

Em termos concretos, como explicam o Ministério das Relações Exteriores e o Ministério da Saúde,  qualquer pessoa com 6 anos ou mais que chegue ao Grão-Ducado por via aérea deve apresentar um teste negativo com menos de 72 horas de idade, seja ele PCR ou rápido. 

Apresentando em papel ou em formato eletrónico, o resultado pode ser apresentado ou numa das três línguas oficiais do Grão-Ducado.  Depois de um período inicial e das dezenas de pessoas ficaram retidas, as autoridades luxemburguesas já aceitam traduções em português, inglês espanhol e italiano.

Todas as alterações já estão descritas na página oficial da companhia aérea luxemburguesa Luxair. As companhias low-cost, Ryanair e EasyJet, assim como a TAP também já atualizaram as exigências para o embarque. 

Não há testes grátis para turistas 

A partir da próxima segunda-feira, os custos do "novo passaporte" para entrar ou sair do país passam a ser suportados pelos viajantes. Alunos internacionais e trabalhadores em trânsito continuam isentos. 

Depois da enchente registada nos centros de testagem a mais de uma semana das férias da Páscoa e da circular da Direção de Saúde que pede aos médicos que deixem de passar receitas de testes PCR a pessoas que não apresentem qualquer sintoma da covid-19, o Ministério da Saúde decidiu que, a partir de 5 de abril, qualquer pessoa que pretenda realizar um destes exames de diagnóstico com motivos meramente turísticos deve assumir os custos da prova que já é exigida para entrar na maior parte dos aeroportos da UE, Luxemburgo e Portugal incluídos. 

Assim, a partir de segunda-feira as marcações para os testes gratuitos disponíveis na plataforma MyGuichet.lu deixam de estar disponíveis para viajantes, à exceção dos que provem ser ou estudantes internacionais ou trabalhadores em trânsito. 

De 5 de abril em diante, os alunos que precisam apresentar teste negativo antes de retornar à universidade, devem recorrer ao sindicato de estudantes ACEL. Os viajantes a negócios podem inscrever-se para um teste gratuito na Chambre de Commerce ou na House of Entrepreneurship. 

Agora obrigatório para todas as viagens aéreas a partir do Luxemburgo, mas também para viagens de carro para vários países próximos, como França e Áustria, o teste PCR tornou-se numa espécie de "novo passaporte" para deslocações internacionais. Por cá, pode de fazer-se, por 60 euros, nos três laboratórios privados. 

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