Escolha as suas informações

(ACTUALIZADA): Tribunal do Luxemburgo rejeita pedidos de gestão controlada da Espírito Santo International e da Rioforte Investments
Luxemburgo 2 min. 17.10.2014 Do nosso arquivo online

(ACTUALIZADA): Tribunal do Luxemburgo rejeita pedidos de gestão controlada da Espírito Santo International e da Rioforte Investments

.

(ACTUALIZADA): Tribunal do Luxemburgo rejeita pedidos de gestão controlada da Espírito Santo International e da Rioforte Investments

.
Foto: Guy Jallay
Luxemburgo 2 min. 17.10.2014 Do nosso arquivo online

(ACTUALIZADA): Tribunal do Luxemburgo rejeita pedidos de gestão controlada da Espírito Santo International e da Rioforte Investments

O Tribunal do Luxemburgo rejeitou os pedidos de gestão controlada  da Espírito Santo International (ESI) e da Rioforte Investments. A informação foi divulgada esta manhã pela Procuradoria do Luxemburgo.

O porta-voz da Procuradoria diz que o juiz do 15° juízo do Tribunal do Luxemburgo, depois de ter ouvido os requerentes, o Ministério Público, e depois de analisados os relatórios dos especialistas, decidiu rejeitar os pedidos de gestão controlada da Espírito Santo International (ESI) e da Rioforte Investments". Os pedidos tinham sido feitos a 18 e a 24 de Julho.

O comunicado diz ainda que os processos relativos a gestão controlada são confidenciais, pelo que as instâncias judiciárias não podem prestar qualquer informação.

Segundo a legislação luxemburguesa, os pedidos de gestão controlada são rejeitados quando, com base nos elementos apresentados, não houver qualquer evidência de que tal gestão iria melhorar progressivamente o normal exercício das empresas ou melhorar a sua situação a nível de activos.

Um outro comunicado da Espírito Santo International reitera que "o Tribunal de Comércio do Luxemburgo decidiu hoje não admitir a gestão controlada da Espírito Santo International".

No documento, explica ainda que "a liquidação dos activos da Espírito Santo International S.A. será decidida pelo liquidatário judicial, que será nomeado pelo Tribunal, sendo os credores da insolvente ressarcidos pelo produto da liquidação integral do património do devedor, que será realizada da forma mais célere possível".

A 3 de Outubro, o Tribunal do Luxemburgo já tinha rejeitado os pedidos de gestão controlada da Espírito Santo Financial Group (ESFG) e da Espírito Santo Financière (ESFIL), igualmente empresas do GES.

Poucos dias depois da apresentação do pedido de gestão controlada, o Banco de Portugal tomou a 3 de Agosto o controlo do BES, depois de o banco ter apresentado prejuízos semestrais de 3,6 mil milhões de euros, e anunciou a separação da instituição.

No chamado banco mau ('bad bank'), um veículo que mantém o nome BES, ficaram concentrados os activos e passivos tóxicos do BES, assim como os acionistas, enquanto no 'banco bom', o banco de transição que foi chamado de Novo Banco, ficaram os activos e passivos considerados não problemáticos.

DM com Lusa

 


Notícias relacionadas

Lesados do BES podem reclamar créditos até 26 de Agosto
Os investidores lesados em papel comercial da Espírito Santo International (ESI) e da Rio Forte, adquirido aos balcões do BES, podem reclamar os seus créditos até 26 de agosto, segundo a Associação dos Enganados e Indignados do Papel Comercial (AIEPC).