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Ação em Esch: Greenpeace Luxemburgo chama a atenção para a necessidade da produção e uso de energias renováveis
Une trentaine d'activistes de Greenpeace ont participé à l'opération "soleil" ce dimanche après-midi à Esch/Alzette.

Ação em Esch: Greenpeace Luxemburgo chama a atenção para a necessidade da produção e uso de energias renováveis

Foto: Joshua Marx/Greenpeace
Une trentaine d'activistes de Greenpeace ont participé à l'opération "soleil" ce dimanche après-midi à Esch/Alzette.
Luxemburgo 17 2 min. 19.11.2017

Ação em Esch: Greenpeace Luxemburgo chama a atenção para a necessidade da produção e uso de energias renováveis

“A Europa tem um grande potencial para a produção de energias renováveis”, garantiu Martina Holbach, ativista da seção do Clima e Energia da Greenpeace Luxemburgo, no decorrer de uma ação pacífica para chamar a atenção da população para as políticas sobre a energia solar.

 “A Europa tem um grande potencial para a produção de energias renováveis”, garantiu Martina Holbach, ativista da seção do Clima e Energia da Greenpeace Luxemburgo, no decorrer de uma ação pacífica para chamar a atenção da população para as políticas sobre a energia solar.

Durante a tarde deste domingo, 30 voluntários juntaram-se na rotunda de Raemerich, em Esch-sur-Alzette, para pintar um sol no entroncamento.


"A cimeira sobre o clima, em Bona, acabou, mas nas próximas semanas, a Europa precisa provar o quão sérias e necessárias são as políticas de combate às alterações climáticas”, explicou Martina Holbach.

A ativista também afirmou que “o fornecimento de energia não pode continuar nas mãos de empresas que produzem energias fósseis, como o carvão, ou nucleares.”

Cidadãos, cooperativas e pequenas e médias empresas “estão pronta para produzir eletricidade a partir do vento, da água e do sol”, esclareceu, ao mesmo tempo que sublinhou que “a participação destes agentes tem de ser reforçada para que haja uma transição para as energias renováveis.”

Grão-Duque Henri também esteve presente

Grão-Duque na fotografia oficial (à esq.)
Grão-Duque na fotografia oficial (à esq.)
Foto: AFP

Do Luxemburgo a comitiva contou com a presença do Grão-Duque Henri, da ministra do ambiente, Carole Dieschbourg, e de Pierre Gramegna, responsável pela pasta das finanças luxemburguesas. O ministro luxemburguês apresentou uma conferência sobre a economia verde.

Estiveram presentes na cimeira 25 chefes de Estado e 150 ministros. Angela Merkel, Emmanuel Macron e o português António Guterres, secretário geral da ONU, foram das personalidades que mais se destacaram.

Os países presentes na 23.ª Conferência das Nações Unidas sobre Alterações Climáticas (COP23), que terminou na passada sexta-feira, acordaram iniciar um diálogo, de um ano, para avaliar o caminho que é necessário percorrer se o mundo quiser reduzir em dois graus o aquecimento. A prioridade é avaliar as emissões de gases com efeito estufa, conforme estipulado no Acordo de Paris.

O Acordo de Paris sobre redução de emissões de gases com efeito de estufa, alcançado em dezembro de 2015 e que entrou em vigor em 04 de novembro de 2016, estabelece compromissos da comunidade internacional para limitar o aquecimento global a um máximo de 2ºC acima dos valores médios da era pré-industrial.


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