Escolha as suas informações

Abertura prevista em 2016: Português será língua de opção em nova escola pública em Differdange
Os alunos da primária da nova escola internacional vão poder escolher a língua portuguesa juntamente com o francês ou o inglês

Abertura prevista em 2016: Português será língua de opção em nova escola pública em Differdange

Foto: Marc Wilwert
Os alunos da primária da nova escola internacional vão poder escolher a língua portuguesa juntamente com o francês ou o inglês
Luxemburgo 12.11.2014

Abertura prevista em 2016: Português será língua de opção em nova escola pública em Differdange

A autarquia de Differdange vai ter uma escola internacional em 2016. O projecto foi apresentado esta terça-feira pelo ministro da Educação, Claude Meisch.

A autarquia de Differdange vai ter uma escola internacional em 2016. O projecto foi apresentado esta terça-feira pelo ministro da Educação, Claude Meisch.

“Vai ser uma escola internacional, que vai funcionar como uma escola europeia agregada”, disse a porta-voz do Ministério da Educação, Myriam Bamberg. Sem fazer fazer parte da rede europeia de escolas, o novo estabelecimento de ensino vai ser público e oferecer um currículo semelhante ao das escolas europeias e “vai ser controlado pelas autoridades europeias”, garantiu Myriam Bamberg, acrescentado que o ensino será gratuito.

O novo estabelecimento de escolar vai ter escola primária, ensino secundário e uma via preparatória para a Escola Europeia.

As línguas inglesa e francesa serão as duas secções linguísticas, mas no ensino primário o português poderá ser uma das duas línguas a optar. Os alunos vão ser também obrigados a aprender a língua luxemburguesa.


Notícias relacionadas

Lição n°5: Escola Internacional deDifferdange recebe primeiros alunos
A Escola Internacional de Differdange (EIDD) começa a funcionar na segunda-feira, dia 12 de Setembro. Os alunos das primeiras nove turmas chegam este mês e, gradualmente, virão os restantes 1.400 até 2018, ano em que a escola deverá estar definitivamente concluída. Para este primeiro ano lectivo foram contratados 18 professores.
Os portugueses são a segunda nacionalidade mais representada na nova escola, com 25 alunos entre os 110 inscritos. Apesar disso, por falta de interesse na língua portuguesa, a escola arranca sem aulas de português no primário