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"A situação é alarmante. As novas infeções aumentaram 47% na última semana"
Luxemburgo 5 min. 14.10.2020 Do nosso arquivo online

"A situação é alarmante. As novas infeções aumentaram 47% na última semana"

"A situação é alarmante. As novas infeções aumentaram 47% na última semana"

Foto: Guy Jallay/Luxemburger Wort
Luxemburgo 5 min. 14.10.2020 Do nosso arquivo online

"A situação é alarmante. As novas infeções aumentaram 47% na última semana"

Paula SANTOS FERREIRA
Paula SANTOS FERREIRA
No entanto, ainda não é altura para pedir impor mais restrições à população, sublinha a ministra da Saúde.

A ministra da Saúde pediu a colaboração de todos os residentes para travar o aumento preocupante da epidemia no país. Novos testes rápidos vão ser distribuídos e já há um grupo de trabalho para a vacina.

Entre os dias 5 e 11 de outubro registaram-se 806 novas infeções no País, mais 47% do que na semana anterior. E os contactos realizados pelas pessoas infetadas aumentaram em 50%, anunciou ao início da tarde a ministra da Saúde na conferência de imprensa sobre o balanço da doença no país.

Para a Ministra da Saúde trata-se de um “aumento muito preocupante” e a governante assume mesmo que a “situação é alarmante”. No entanto, ainda não é altura para pedir impor mais restrições à população. Paulette Lenert prefere antes pedir a colaboração de todos os residentes, “na reduzir contactos”, e “no cumprimento das medidas sanitárias”, o uso da máscara, da distância social e higiene das mãos.“Só com o esforço de todos podemos controlar e reduzir as infeções”, pediu a governante.

Pelo lado do ministério da Saúde em breve vão ser colocados à disposição “testes de despistagem com resultados rápidos”, destinados aos profissionais de saúde, e que podem ser realizados até por enfermeiros nos centros e lares de idosos quando tal for necessário.Uma medida para não sobrecarregar os laboratórios que já “estão com muito trabalho”.

Em breve as equipas de rastreamento de contactos vão contar com a colaboração de militares, declarou Paulette Lenert que está em discussão com o ministro da Defesa nesse sentido.

Com o aumento de 50% dos contactos é necessário um reforço das equipas para que consigam continuar a rastrear as pessoas que estiveram em contacto com infetados.“

A quarentena e isolamento são para serem cumpridos”, alertou a ministra dado que esta é a forma de “interromper a cadeia de transmissão da doença e não contagiar mais pessoas”.Paulette Lenert pediu também à população que tome mais atenção aos contactos que realiza, onde e com quem, para que a “procura destes contactos pelas equipas de rastreamento seja facilitada e encurtada” e assim controlar a propagação da doença.

Se os números continuarem alarmantes há já reforços prontos em acção, garantiu a ministra realçando, contudo que neste momento a situação hospitalar ainda é a normal, não havendo para já necessidade de interromper consultas e cirurgias.Entretanto já há um grupo de trabalho a estudar e a preparar a campanha de vacinação anti-covid no país. A vacina não será obrigatória, disse a ministra.

Tal como anunciou ontem o primeiro-ministro Xavier Bettel a perspetiva atual é que “a partir de dezembro” a vacina esteja disponível no país. Os grupos de risco irão ser a prioridade.“A situação é alarmante. As novas infeções aumentaram 47% na última semana”A ministra da Saúde pediu a colaboração de todos os residentes para travar o aumento preocupante da epidemia no país. 

Novos testes rápidos vão ser distribuídos e já há um grupo de trabalho para a vacina.Entre os dias 5 e 11 de outubro registaram-se 806 novas infeções no País, mais 47% do que na semana anterior. E os contactos realizados pelas pessoas infetadas aumentaram em 50%, anunciou ao início da tarde a ministra da Saúde na conferência de imprensa sobre o balanço da doença no país.

Para a ministra da Saúde trata-se de um “aumento muito preocupante” e a governante assume mesmo que a “situação é alarmante”. No entanto, ainda não é altura para pedir impor mais restrições à população. Paulette Lenert prefere antes pedir a colaboração de todos os residentes, “na reduzir contactos”, e “no cumprimento das medidas sanitárias”, o uso da máscara, da distância social e higiene das mãos.

“Só com o esforço de todos podemos controlar e reduzir as infeções”, pediu a governante.Pelo lado do ministério da Saúde em breve vão ser colocados à disposição “testes de despistagem com resultados rápidos”, destinados aos profissionais de saúde, e que podem ser realizados até por enfermeiros nos centros e lares de idosos quando tal for necessário.Uma medida para não sobrecarregar os laboratórios que já “estão com muito trabalho”.

Em breve as equipas de rastreamento de contactos vão contar com a colaboração de militares, declarou Paulette Lenert que está em discussão com o ministro da Defesa nesse sentido.

Com o aumento de 50% dos contactos é necessário um reforço das equipas para que consigam continuar a rastrear as pessoas que estiveram em contacto com infetados.“A quarentena e isolamento são para serem cumpridos”, alertou a ministra dado que esta é a forma de “interromper a cadeia de transmissão da doença e não contagiar mais pessoas”.

Paulette Lenert pediu também à população que tome mais atenção aos contactos que realiza, onde e com quem, para que a “procura destes contactos pelas equipas de rastreamento seja facilitada e encurtada” e assim controlar a propagação da doença.

Se os números continuarem alarmantes há já reforços prontos em acção, garantiu a ministra realçando, contudo que neste momento a situação hospitalar ainda é a normal, não havendo para já necessidade de interromper consultas e cirurgias.

Entretanto já há um grupo de trabalho a estudar e a preparar a campanha de vacinação anti-covid no país. A vacina não será obrigatória, disse a ministra.Tal como anunciou ontem o primeiro-ministro Xavier Bettel a perspetiva atual é que “a partir de dezembro” a vacina esteja disponível no país. Os grupos de risco irão ser a prioridade.  

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