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A maior parte dos trabalhadores são portugueses: Tribunal decreta falência da construtora E-BAT
Luxemburgo 13.03.2015

A maior parte dos trabalhadores são portugueses: Tribunal decreta falência da construtora E-BAT

A maior parte dos trabalhadores são portugueses: Tribunal decreta falência da construtora E-BAT

Foto: Marc Wilwert
Luxemburgo 13.03.2015

A maior parte dos trabalhadores são portugueses: Tribunal decreta falência da construtora E-BAT

O Tribunal do Luxemburgo acaba de decretar a falência da empresa de construção civil E- BAT. O pedido de falência tinha sido entregue pela empresa, que tem salários em atraso há quatro meses. Dezoito trabalhadores, a maior parte portugueses, vão para o desemprego.

O Tribunal do Luxemburgo acaba de decretar a falência da empresa de construção civil E- BAT. O pedido de falência tinha sido entregue pela empresa, que tem salários em atraso há quatro meses. Dezoito trabalhadores, a maior parte portugueses, vão para o desemprego.

Os trabalhadores da empresa com sede em Bereldange já estavam à espera deste desfecho. Esta tarde o tribunal decretou a sentença: a E-BAT vai para a falência e vai agora ser entregue a um administrador judicial. A informação foi confirmada ao CONTACTO pelo delegado da OGBL Hernani Gomes.

Recorde-se que no final da semana passada o tribunal do Luxemburgo aceitou o pedido de falência de uma outra empresa de construção civil, a PMC Constructions. A empresa com sede em Sanem dava emprego a 34 trabalhadores. Apenas um não era português.

Contas feitas, no espaço de uma semana 52 trabalhadores perderam o emprego no sector da construção. A maior parte são portugueses.

O OGBL é a central sindical que está a acompanhar a situação dos trabalhadores. Hernani Gomes diz que o sindicato está a trabalhar para arranjar rapidamente emprego aos novos desempregados.

"Nós fomos contactados por outras empresas do sector para que os trabalhadores da PMC possam ser integrados nessas empresas", diz Hernâni Gomes ao CONTACTO. "Esperamos que possa acontecer o mesmo com os trabalhadores da E-BAT. Há um interesse das empresas do sector em contratar estes trabalhadores, porque as obras onde eles trabalhavam têm que ser acabadas, mas também porque agora, com o bom tempo, a tendência é que haja mais trabalho. É normal que haja interesse de outras empresas por estes trabalhadores", diz Hernani Gomes ao CONTACTO.

DM

* Modificado a 14/03/2015. Corrige total de trabalhadores para 52.


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