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2° lugar: Luxemburgo é um exemplo em ajuda humanitária a países pobres
Angel Gurría lamentou que a ajuda a países pobres tenha diminuido

2° lugar: Luxemburgo é um exemplo em ajuda humanitária a países pobres

Foto: AFP
Angel Gurría lamentou que a ajuda a países pobres tenha diminuido
Luxemburgo 15.04.2017

2° lugar: Luxemburgo é um exemplo em ajuda humanitária a países pobres

O Luxemburgo ocupa o segundo lugar na lista de países que mais ajudam os países de Terceiro Mundo, só sendo ultrapassado pela Noruega, segundo o relatório da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE).

 O Luxemburgo ocupa o segundo lugar na lista de países que mais ajudam os países de terceiro mundo, só sendo ultrapassado pela Noruega, segundo o relatório da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE).

O Luxemburgo canaliza 1% do seu Produto Interno Bruto (PIB),enquanto a Noruega investe 1.1%. Apenas quatro países membros das Nações Unidas - Alemanha, Suécia, Dinamarca e Reino Unido ­- revertem sete décimas para o fundo.

Por comparação, o Comité de Ajuda ao Desenvolvimento (CAD), organização multilateral, inserida na OCDE, tem 29 países membros que revertem 0.3% do seu PIB para a cooperação internacional, o que perfez 135 biliões de euros, em 2016.

No entanto, com a crise migratória dos últimos anos há vários países que aumentaram a sua ajuda, subindo dos 0.3% para os 0.7%. De salientar que o Luxemburgo não teve necessidade de aumentar a sua percentagem de ajuda para o comité.

27% das ajudas do CAD destinou-se aos países que acolhem refugiados. Em termos reais, os valores para ajudas humanitárias, cresceu 8%.

Contudo, a OCDE manifestou preocupação porque, independentemente do aumento global,  a ajuda nos países menos desenvolvidos diminui 3.9% e nos países africanos caiu 0.5%.

Angel Gurría, secretário geral da OCDE, lamentou estes dados, tendo afirmado “é inaceitável que, mais uma vez, a ajuda aos países mais pobres esteja em declínio, mesmo que seja louvável o investimento feito para o desenvolvimento.”

O porta-voz acrescentou ainda que "é necessário que os países, que assumiram compromissos com a OCDE, passem à ação porque os tempos que correm são demasiado complicados e não podemos estagnar o crescimento económico sustentável."


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